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    esganas-nos

    monquilho | n. m.

    Moléstia do gado lanígero....


    moquilho | n. m.

    Esgana dos cães; monquilho....


    esgana-cão | n. m.

    Casta portuguesa de uva branca....


    cinomose | n. f.

    Virose contagiosa que ataca os canídeos, podendo afetar as vias respiratórias e o sistema nervoso....


    esgana | n. f.

    Ato ou efeito de esganar....


    esganadura | n. f.

    Ato ou efeito de esganar; esganação....


    esganinho | n. m.

    Casta portuguesa de uva branca....


    esganador | adj. n. m.

    Que ou aquele que esgana....


    esganoso | n. m.

    Casta portuguesa de uva branca....


    esgana-gata | n. f.

    Peixe acantopterígio (Gasterosteus aculeatus)....


    esgana-gato | n. m.

    Peixe acantopterígio (Gasterosteus aculeatus)....


    esganar | v. tr. | v. pron.

    Estrangular, matar por sufocação....


    funga | n. f.

    Doença que ataca as vias respiratórias do cão....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Tenho dúvidas na construção desta frase: "caso tenha dúvidas, não hesite em perguntar" ou "caso tenha dúvidas, não hesite perguntar". Não sei qual a mais correcta.