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    entram-no-las

    adelfo | adj.

    Que tem os estames dos filetes ligados entre si....


    Diz-se dos minerais em que entra o anfíbolo....


    anglo- | elem. de comp.

    Entra na composição de adjetivos que significam inglês (ex.: anglo-luso)....


    aspado | adj.

    Martirizado em aspa....


    azoico | adj.

    Anterior aos seres organizados....


    bem- | elem. de comp.

    Entra na composição de várias palavras e significa bem, de maneira excelente. (É seguido de hífen quando o segundo elemento começa por vogal ou h, ou então por consoante, mas esta em perfeita evidência de sentido.)...


    bímare | adj. 2 g.

    Que está entre dois mares....


    briófilo | adj.

    Que se dá bem entre musgos (ex.: líquen briófilo)....


    comprido | adj.

    Mais longo que o preciso, o natural, ou o ordinário....


    cru | adj.

    Que está por cozer, por corar ou por curtir....


    dentre | contr.

    Contração da preposição de e da preposição entre....


    Que tem pétalas livres, não ligadas entre si (ex.: corola dialipétala)....


    Que tem as sépalas livres entre si (ex.: cálice dialiossépalo, flor dialiossépala)....


    e | conj. coord.

    Usa-se para ligar por coordenação constituintes ou frases (ex.: comprou uma camisa e uma saia; bandeira azul e branca; entrou e saiu)....


    eneandro | adj.

    Que tem nove estames, livres entre si....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?