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    empastarmos-to

    empaste | n. m.

    Ato ou efeito de empastar....


    godilhão | n. m.

    Nó formado por lã ou fios empastados....


    feltro | n. m.

    Tecido feito do empastamento e compressão da lã ou do pelo....


    empastagem | n. f.

    Ato ou efeito de empastar (ex.: empastagem de pigmentos)....


    desempastar | v. tr.

    Desprender o que está empastado; soltar....


    manchar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Sujar(-se) com manchas....


    pastoso | adj.

    Que tem a natureza ou que se acha em estado de pasta....


    empastar | v. tr. | v. pron.

    Reduzir a pasta....


    tricoma | n. m.

    Empastamento dos cabelos, pela acumulação de matéria sebácea, parasitas e pó....


    velo | n. m.

    Lã de cordeiro, carneiro ou ovelha....


    carranha | n. f.

    Muco empastado nas fossas nasais....


    empastador | n. m.

    Aparelho de empastar em certas fábricas....


    mostacho | n. m. | adj.

    Bigode ou anel de cabelo postiço....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a pronúncia correcta da palavra sintaxe?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?