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    DESTILAI-NOS

    Diz-se de um ácido obtido pela destilação seca do ácido gálico....


    empireuma | n. m.

    Sabor e cheiro desagradável proveniente de destilação defeituosa....


    mazute | n. m.

    Combustível líquido, viscoso e negro, obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto....


    xileno | n. m.

    Carboneto de hidrogénio proveniente da destilação da hulha....


    xilite | n. f.

    Produto da destilação do espírito de madeira....


    fenim | n. m.

    Aguardente muito forte, destilada a partir da seiva fermentada de coqueiro ou do sumo fermentado de caju....


    andaia | n. f.

    Produto da destilação do vinho, de graduação mais baixa que a aguardente....


    colofónia | n. f.

    Resíduo da destilação da terebintina, resina de larício....


    estilação | n. f.

    Destilação; queda de um líquido gota a gota....


    gasoleno | n. m.

    Líquido proveniente da destilação do petróleo....


    gasolina | n. f. | n. m.

    Substância obtida pela destilação do petróleo....


    hidrolato | n. m.

    Produto da destilação da água com plantas ou substâncias aromáticas....


    pez | n. m.

    Seiva viscosa produzida pelo pinheiro e por outras árvores coníferas....


    suor | n. m.

    Humor aquoso que é segregado pelas glândulas sudoríparas e destila pelos poros....


    coque | n. m.

    Material sólido combustível proveniente da calcinação ou da destilação da hulha....


    alcanforeira | n. f.

    Árvore (Cinnamomum camphora) da família das lauráceas, originária da Ásia Oriental, de que se extrai a cânfora por meio da destilação da madeira....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?