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    derrapou-lho

    derrapante | adj. 2 g.

    Que favorece a derrapagem....


    despistado | adj. | adj. n. m.

    Que saiu da pista, da estrada; que derrapou....


    derrapar | v. intr.

    Deslizar repentinamente, sem obedecer ao comando do condutor....


    despistar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Fazer perder a pista a....


    espetar | v. tr. | v. pron. | v. tr. e pron.

    Enfiar em espeto....


    resvalar | v. intr. | v. tr.

    Escorregar....


    Manobra de condução para tentar corrigir ou controlar uma derrapagem da traseira de um veículo que consiste em virar o volante para o lado em que a traseira derrapa....


    roçar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr.

    Cortar ou derrubar, geralmente vegetação (ex.: roçar mato)....


    cu | n. m.

    Orifício na extremidade inferior do intestino grosso por onde são expelidas as fezes....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?