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    conquistem

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    Adquirido, ganho por luta ou à custa de muito esforço....


    abencerragem | n. m.

    Membro da tribo que dominou em Granada antes da conquista dos Reis Católicos....


    demagogia | n. f.

    Preponderância do povo na forma do governo....


    exército | n. m.

    Conjunto de todas as forças militares terrestres de uma nação....


    playboy | n. m.

    Homem ou rapaz que procura prazeres e diversões e tem uma vida social intensa, nomeadamente no que se relaciona com as conquistas amorosas, e ostenta geralmente riqueza....


    comício | n. m.

    Reunião pública, geralmente ao ar livre, em que se tecem críticas ou louvores de cariz social e político ou na qual um candidato a cargo político se apresenta aos seus apoiantes e procura conquistar votos....


    ocupação | n. f.

    Ato ou efeito de ocupar ou de se ocupar....


    conquista | n. f.

    Ato ou efeito de conquistar....


    alfitra | n. f.

    Tributo que era pago pelos muçulmanos conquistados....


    messe | n. f.

    Seara madura....


    pólder | n. m.

    Região baixa e plana, pantanosa ou conquistada ao mar e protegida por diques, característica dos Países Baixos....


    fanão | n. m.

    Antiga moeda da Índia....


    engatatão | n. m.

    Pessoa que faz muitas conquistas amorosas ou sexuais. (Equivalentes no português do Brasil: paquera, paquerador, xavequeiro.)...


    bicão | n. m.

    Bico grande (ex.: o bicão do tucano)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber em que situações se utiliza liberto e libertado.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.