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    Pesquisa nas Definições por:

    CURANDO-MAS

    Relativo à arte de curar os cavalos....


    sadio | adj.

    Que logra boa saúde....


    sarado | adj.

    Que sarou; que se encontra de boa saúde ou restabelecido....


    curado | adj.

    Que se curou; que está recuperado ou restabelecido....


    Máxima de medicina clássica em oposição à da homeopatia: Similia similibus curantur, os semelhantes curam-se com os semelhantes....


    Fórmula que se usava na despedida das cartas....


    Com o decorrer do tempo dissipam-se as paixões; equivalente a "nada cura como o tempo"....


    terápico | adj.

    Relativo a terapêutica....


    ortomolecular | adj. 2 g.

    Que pretende curar doenças através dos níveis de determinadas substâncias químicas no organismo (ex.: nutrição ortomolecular; tratamento ortomolecular)....


    laga | n. f.

    Represa de água em ribeiro onde se mete o linho a curar....


    medicomania | n. f.

    Mania de curar, de receitar remédios....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?