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    congestionou-me

    injetado | adj.

    Introduzido por meio de injeção....


    gripe | n. f.

    Doença epidémica ou pandémica, muito contagiosa, causada por um vírus, e cujos sintomas são geralmente febre, dores corporais e congestionamento das vias respiratórias....


    congestionante | adj. 2 g.

    Que congestiona ou provoca congestionamento....


    pós-temporal | adj. 2 g. 2 núm. | adj. 2 g. n. m.

    Que se estabelece ou se realiza após um temporal (ex.: acompanhar a situação pós-temporal; congestionamentos pós-temporal)....


    tranqueira | n. f.

    Abertura na parede para meter os extremos da tranca....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se a palavra "pixel" existe em português e qual é o seu plural. Em muitas ocasiões aparece "pixeis" mas sendo uma palavra de origem inglesa o seu plural não deveria ser "pixels"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?