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    CONCORRÍAMOS

    Diz-se dos alimentos que mais depressa concorrem para a produção do sangue....


    improcedente | adj. 2 g.

    Que não concorre para o fim desejado, antes o contraria....


    inoperante | adj. 2 g.

    Que não opera; que não funciona....


    Não frequentado; pouco concorrido; isolado....


    Que já tinha falecido à data de determinado facto (ex.: os filhos de um sobrinho pré-falecido não herdam, quando concorrem à sucessão com outros sobrinhos vivos)....


    fator | n. m.

    Agente....


    cupom | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    cupão | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    génese | n. f.

    A geração; sucessão dos seres....


    aporte | n. m.

    Aquilo que concorre para um fim determinado (ex.: aporte calórico; aporte proteico)....


    governo | n. m.

    Ato ou efeito de governar....


    recandidato | n. m.

    Pessoa que se propõe novamente para um cargo ou posto para o qual já tinha concorrido; pessoa que se recandidata....


    frontada | n. f.

    Pedra de cantaria que concorre para as duas faces de uma parede....


    feirante | n. 2 g.

    Pessoa que concorre a uma feira para comprar ou vender....


    recremento | n. m.

    Secreção que concorre para os atos fisiológicos, sendo reabsorvida pelo organismo....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?