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    cintiles-mos

    trémulo | adj. | n. m.

    Que treme ou tremula....


    luciluzir | v. intr.

    Brilhar com luz trémula ou vacilante....


    prefulgir | v. intr.

    Brilhar, luzir, resplandecer....


    relampaguear | v. intr.

    Produzir-se um ou mais relâmpagos....


    relampejar | v. intr.

    Produzir-se um ou mais relâmpagos....


    relumbrar | v. intr.

    Cintilar; resplandecer; reluzir....


    tremeluzir | v. intr.

    Brilhar com luz trémula ou vacilante....


    tremer | v. intr. | v. tr.

    Ser agitado por sacudidas repetidas....


    tremular | v. intr. | v. tr.

    Agitar-se ao vento....


    faísca | n. f. | adj. 2 g.

    Partícula luminosa que salta de um corpo incandescente, como um ferro em brasa, uma pederneira ou afim....


    coruscar | v. intr. | v. tr.

    Projetar fulgor súbito e breve (ex.: as pedras dos anéis coruscavam)....


    fagulhar | v. intr.

    Expedir fagulhas....


    cintilar | v. tr.

    Manifestar o fenómeno de cintilação....


    rutilar | v. tr. | v. intr.

    Tornar rútilo....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?