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    Pesquisa nas Definições por:

    BAIXELAS

    argentaria | n. f.

    Guarnição de prata ou de metal prateado....


    délfico | adj. | n. m.

    Mesa em que se expõem baixelas ricas....


    alfaia | n. f.

    Utensílio de adorno, tanto de casas como de pessoas....


    baixela | n. f.

    Conjunto de objetos próprios ao serviço de mesa aparatosa....


    prateira | n. f.

    Armário ou lugar onde se guarda baixela de prata....


    frasca | n. f.

    Louça de serviço de mesa....


    copa | n. f. | n. f. pl.

    Recipiente para beber, com pouco fundo e boca larga....


    prata | n. f. | adj. 2 g. n. f.

    Elemento químico metálico (símbolo: Ag), de número atómico 47, de massa atómica 107,86, brilhante e muito dúctil. (É um dos metais nobres.)...


    guarda-prata | n. m.

    Móvel em que se guarda a baixela rica....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.