Pesquisa nas Definições por:

    atendessem-se

    Que tem má apresentação ou que não foi bem executado (ex.: refeição malpreparada)....


    estou | interj.

    Expressão usada para atender o telefone ou iniciar uma chamada telefónica....


    está | interj.

    Expressão usada para atender o telefone ou iniciar uma chamada telefónica....


    pedido | adj. | n. m.

    Que se pediu (ex.: a encomenda pedida já foi enviada)....


    socorro | n. m. | interj.

    Ato ou efeito de socorrer; esmola....


    drive-in | n. m.

    Cinema ao ar livre onde os espetadores podem assistir aos filmes nas suas viaturas....


    Atendimento feito à distância, em especial através de telefone ou da Internet....


    covidário | n. m.

    Local, devidamente isolado e equipado que, num estabelecimento de saúde, se destina ao atendimento e ao tratamento de doentes com suspeita ou confirmação de infeção por COVID-19 (ex.: o hospital criou um covidário para reduzir os riscos de contágio)....


    corporatura | n. f.

    Aspeto do corpo atendendo ao seu volume....


    euritmia | n. f.

    Boa proporção entre as partes de um todo....


    leguleio | n. m.

    Pessoa que atende servilmente à letra....


    mensagem | n. f.

    Comunicação, geralmente uma informação, um aviso ou um pedido, dirigida a alguém de forma oral ou escrita (ex.: se ele não atender, deixe uma mensagem)....


    empreguismo | n. m.

    Ação ou tendência para criar ou conceder empregos ou cargos, geralmente públicos, para atender interesses ou favores políticos....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.