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    APROPRIEMOS-ME

    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    estremado | adj.

    Perfeito; sublime; apropriado; seleto, extraordinário....


    Que ocorre fora do tempo apropriado ou desejável....


    idóneo | adj.

    Que é apropriado para alguma coisa....


    inadequado | adj.

    Que é não é bom ou não é próprio para determinado efeito, lugar ou objetivo....


    eficiente | adj. 2 g.

    Que funciona, produzindo o efeito esperado....


    Que é não é bom ou não é próprio para determinado efeito, lugar ou objetivo....


    Que não é bom ou próprio para determinado efeito, lugar ou objetivo....


    Aquilo que não tem dono pertence ao primeiro que se apropria dela; é princípio fundamental do direito de propriedade....


    Expressão inglesa que se aplica a todo aquele que é nomeado para o cargo apropriado às suas faculdades e talentos....


    GCR | sigla

    Técnica utilizada para reduzir a quantidade de cião, magenta e amarelo numa área e substituí-la com um grau apropriado de preto....


    congruente | adj. 2 g.

    Em que há congruência....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?