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    aprendia-vos

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    De forma prática (ex.: aprendemos praticamente)....


    eumático | adj.

    Relativo a eumatia ou a facilidade de aprender....


    bê-á-bá | n. m.

    Exercício de soletração....


    paleógrafo | n. m.

    O que é versado em paleografia ou se ocupa dela....


    psitacismo | n. m.

    Discurso que alinhava frases ocas....


    repente | n. m.

    Ato espontâneo e irrefletido (ex.: teve um repente colérico e abandonou a reunião)....


    sincretismo | n. m.

    Sistema filosófico ou religioso que combina princípios de diversas doutrinas....


    discência | n. f.

    Estado de quem aprende ou de quem é discente ou aprendente....


    Forma de aprender por si mesmo (ex.: promoção da capacidade de autoaprendizagem e do espírito crítico)....


    heutagogia | n. f.

    Conjunto de métodos para aprender por si, sem recurso a professores....


    arte | n. f.

    Capacidade ou habilidade para a aplicação de conhecimento ou para a execução de uma ideia....


    crestomatia | n. f.

    Coleção de trechos de textos escolhidos em autores clássicos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase dei de caras com um leão, qual a função sintáctica das expressões de caras e com um leão?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?