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    ABRINDO-AS

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que arreganha os dentes por qualquer motivo....


    bifário | adj.

    Que se abre ou se desloca em duas partes....


    deiscente | adj. 2 g.

    Que se abre por si mesmo....


    entourido | adj.

    Enfartado; empanturrado....


    Muito aberto; cujas pétalas estão quase a cair....


    espalmado | adj.

    Plano ou aberto com a palma da mão....


    Montado ou assentado com as pernas muito abertas....


    hiante | adj. 2 g.

    Escancarado, muito aberto....


    inaperto | adj.

    Não aberto, mas oco....


    indeiscente | adj. 2 g.

    Que não se abre por si quando maduro (falando-se de certos frutos)....


    lapicida | adj. 2 g.

    Diz-se do molusco que abre buraco nas pedras para nele se alojar....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?