Significado de espantámos

    Será que queria dizer espantamos?

    A forma espantámosé [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de espantarespantar].

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    espantarespantar
    ( es·pan·tar

    es·pan·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Causar ou sentir impressão forte originada por coisa inesperada e repentina (ex.: o prestidigitador espantara a audiência; espantou-se quando viu o mar pela primeira vez). = ADMIRAR, MARAVILHAR, PASMAR, SURPREENDER

    2. Causar ou sentir medo (ex.: a trovoada espantou as crianças; o cão espantou-se e começou a rosnar). = AMEDRONTAR, ASSUSTAR

    3. Causar ou sentir grande admiração; deixar ou ficar muito admirado.

    4. Pôr ou pôr-se em fuga (ex.: com a cauda, o boi espanta as moscas; o bando de pássaros espantou-se).

    verbo transitivo

    5. Fazer afastar ou desviar-se (ex.: este empregado espanta os clientes). = AFUGENTAR, ENXOTAR, REPELIR

    6. Arregalar (os olhos).

    verbo pronominal

    7. Desviar-se subitamente da linha seguida (o animal).

    8. Levantar voo. = FUGIR

    etimologiaOrigem:latim vulgar *expaventare, do latim expaveo, -ere, temer, recear.

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    Esta palavra no dicionário

    alhora | interj.

    Expressão que indica admiração ou espanto....


    apuava | adj. 2 g.

    Diz-se do cavalo espantado ou pouco dócil....


    atónito | adj.

    Que se espantou ou surpreendeu....


    banzado | adj.

    Que demonstra espanto, surpresa....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "espantámos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?