Significado de virginalíssimos

    A forma virginalíssimosé [derivação masculino plural de virginalvirginal].

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    virginal1virginal1
    ( vir·gi·nal

    vir·gi·nal

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Que não tem experiência sexual ou que é relativo a virgem (ex.: noiva virginal).

    2. Que é isento de pecado ou de impureza (ex.: inocência virginal). = CASTO, IMACULADO, INCÓLUME, PURO

    etimologiaOrigem:latim virginalis, -e, relativo a donzela ou virgem.
    vistoPlural: virginais.
    iconPlural: virginais.

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    virginal2virginal2
    ( vir·gi·nal

    vir·gi·nal

    )

    nome masculino

    [Música] [Música] Instrumento musical de cordas e teclado, usado no século XVI, semelhante ao cravo, mas com as cordas dispostas de forma paralela ou oblíqua em relação ao teclado (ex.: o quadro retrata uma mulher a tocar virginal).

    etimologiaOrigem:inglês virginalis, -e, do latim virginalis, -e, relativo a donzela ou virgem.
    vistoPlural: virginais.
    iconPlural: virginais.

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    Esta palavra no dicionário

    donzel | adj. | n. m.

    Ingénuo; puro; virginal....


    donzela | n. f. | adj. f.

    Mulher solteira....


    puro | adj.

    Sem mistura; límpido; genuíno....


    vestal | n. f. | adj. 2 g.

    Sacerdotisa de Vesta, deusa romana do lar e da família....


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      No português europeu qual é a forma mais correcta das seguintes frases?
      Dúvida 1: Ele sabia como João se deixava convencer por Duarte. ou Ele sabia como João deixava-se convencer por Duarte.
      Dúvida 2: O governo nos leva à desgraça. ou O governo leva-nos à desgraça.
      Sendo possível que gramaticalmente estejam ambas correctas, decerto haverá uma forma mais aceite, ou não?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?