Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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vacínicovacínico | adj.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

va·cí·ni·co va·cí·ni·co
(vacina + -ico)
adjectivo
adjetivo

Relativo a vacina. = VACINAL

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Dúvidas linguísticas


Uma professora minha disse que nunca se podia colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo. É verdade?
Sobre o uso da vírgula em geral, por favor consulte a dúvida vírgula antes da conjunção e. Especificamente sobre a questão colocada, de facto, a indicação de que não se pode colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo é verdadeira. O uso da vírgula, como o da pontuação em geral, é complexo, pois está intimamente ligado à decomposição sintáctica, lógica e discursiva das frases. Do ponto de vista lógico e sintáctico, não há qualquer motivo para separar o sujeito do seu predicado (ex.: *o rapaz [SUJEITO], comeu [PREDICADO]; *as pessoas que estiveram na exposição [SUJEITO], gostaram muito [PREDICADO]; o asterisco indica agramaticalidade). Da mesma forma, o verbo não deverá ser separado dos complementos obrigatórios que selecciona (ex.: *a casa é [Verbo], bonita [PREDICATIVO DO SUJEITO]; *o rapaz comeu [Verbo], bolachas e biscoitos [COMPLEMENTO DIRECTO]; *as pessoas gostaram [Verbo], da exposição [COMPLEMENTO INDIRECTO]; *as crianças ficaram [Verbo], no parque [COMPLEMENTO ADVERBIAL OBRIGATÓRIO]). Pela mesma lógica, o mesmo se aplica aos complementos seleccionados por substantivos (ex. * foi a casa, dos avós), por adjectivos (ex.: *estava impaciente, por sair) ou por advérbios (*lava as mãos antes, das refeições), que não deverão ser separados por vírgula da palavra que os selecciona.

Há, no entanto, alguns contextos em que pode haver entre o sujeito e o verbo uma estrutura sintáctica separada por vírgulas, mas apenas no caso de essa estrutura poder ser isolada por uma vírgula no início e no fim. Estes são normalmente os casos de adjuntos nominais (ex.: o rapaz, menino muito magro, comeu muito), adjuntos adverbiais (ex.: o rapaz, como habitualmente, comeu muito), orações subordinadas adverbiais (ex.: as pessoas que estiveram na exposição, apesar das más condições, gostaram muito), orações subordinadas relativas explicativas (ex.: o rapaz, que até não tinha fome, comeu muito).




Uma amiga minha perguntou-me se esta palavra existe: experienciar.
Nenhum dicionário regista de modo exaustivo o léxico de uma língua e o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (DPLP) não é excepção. Apesar de não constar no DPLP, o verbo experienciar, sinónimo de experimentar, está dicionarizado em diversas obras portuguesas, como sejam o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa / Editorial Verbo, 2001), o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (6 vol., Lisboa: Círculo de Leitores, 2002), o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto: Porto Editora, 2004) ou o Dicionário Gramatical de Verbos Portugueses (Lisboa: Texto Editores, 2007). A sua formação (a partir do substantivo experiência + sufixo -ar) é análoga à de outros verbos da língua portuguesa, como, por exemplo, influenciar, minudenciar, referenciar ou vivenciar.
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Palavra do dia

o·ca·ra |ò| o·ca·ra |ò|
(tupi o'kara)
nome feminino

[Brasil]   [Brasil]  Praça de uma aldeia indígena.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/vac%C3%ADnico [consultado em 09-08-2020]