Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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tesoteso | adj. | adj. s. m. | s. m.
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te·so |ê| te·so |ê|
adjectivo
adjetivo

1. Tenso, esticado.

2. Inteiriçado, imóvel.

3. Firme, rijo, forte.

4. Intrépido.

5. Impetuoso.

6. Decidido.

7. Enérgico.

8. Ríspido.

9. Renhido.

10. Íngreme.

adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

11. [Informal]   [Informal]  Que ou quem não tem dinheiro (ex.: o departamento está tão teso que nem dá para comprar café; era o bar de praia preferido dos tesos).

nome masculino

12. Monte ou cerro alcantilado ou íngreme.

13. Cimo de monte.

14. [Brasil]   [Brasil]  Parte elevada do terreno que, numa superfície inundada, fica acima do nível das águas (Amazónia).

15. Terreno mais alto que fica junto à barranca do rio (Rio Grande do Sul).

16. Morro quase a pique.


teso como um pau
Arrogante, vaidoso e presumido.

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Dúvidas linguísticas


A palavra vigilidade, que tem origem na palavra vígil, tem suscitado alguma controvérsia na área em que estou envolvido. É um termo que é utilizado nalguns trabalhos de psicologia e por algumas instituições nacionais ligadas aos medicamentos (ex: INFARMED). No entanto, não encontrei a palavra nos dicionários que consultei, inclusivamente o da Priberam. Alternativamente a palavra utililizada é vigilância. Assim, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.
Também não encontrámos a palavra vigilidade registada em nenhum dos dicionários ou vocabulários consultados. No entanto, este neologismo respeita as regras de boa formação da língua portuguesa, pela adjunção do sufixo -idade ao adjectivo vígil, à semelhança de outros pares análogos (ex.: dúctil/ductilidade, eréctil/erectilidade, versátil/versatilidade). O sufixo -idade é muito produtivo na língua para formar substantivos abstractos, exprimindo frequentemente a qualidade do adjectivo de que derivam.

Neste caso, existem já os substantivos vigília e vigilância para designar a qualidade do que é vígil, o que poderá explicar a ausência de registo lexicográfico de vigilidade. Como se trata, em ambos os casos, de palavras polissémicas, o uso do neologismo parece explicar-se pela necessidade de especialização no campo da medicina, psicologia e ciências afins, mesmo se nesses campos os outros dois termos (mas principalmente vigília, que surge muitas vezes como sinónimo de estado vígil) têm ampla divulgação.




Prédefinido ou pré-definido? Interajuda ou inter-ajuda? Auto-controlo ou autocontrolo? Interinfluem ou inter-influem? Interrelação ou inter-relação? Sub cultura ou subcultura? Sub item ou subitem? Subgrupo ou sub grupo? Monocausal ou mono-causal? Inter-agir ou interagir? Peço desculpa, mas são dúvidas que frequentemente me assolam.
Para resolver dúvidas relativas à hifenização de palavras compostas com elementos de formação, é sempre útil consultar um dicionário e ver qual o padrão estabelecido para um determinado elemento de composição. Mesmo que determinada palavra não se encontre no dicionário, por analogia conseguir-se-á estabelecer uma regra para a utilização do hífen. Assim, ainda que monocausal, por exemplo, não tenha entrada em qualquer dicionário, por analogia com outras palavras (ex.: monocarril, monociclo ou monocultura), podemos concluir que o elemento mono- não é seguido de hífen quando o elemento posterior começa por c, obrigando à duplicação do r e do s quando se segue de palavras começadas com essas letras (ex.: monorrimo, monossemia). Após a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 (cf. base XVI), este elemento é seguido de hífen quando o segundo elemento começa por h ou o.

Algumas das palavras acerca das quais nos coloca a sua dúvida possuem registo em dicionários, nomeadamente no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, pelo que não será difícil chegar a uma conclusão quanto à grafia correcta. É o caso de predefinir, autocontrolo, interagir, inter-relação, subcultura, subitem ou subgrupo.

Relativamente às palavras compostas com o prefixo sub-, a base XXIX do Acordo Ortográfico de 1945 prevê que esse elemento apenas seja seguido de hífen quando o elemento seguinte se inicie por b, h ou r, daí que esses vocábulos prescindam da utilização do hífen. Este contexto ortográfico não sofre alteração com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, pois, apesar de o texto do Acordo ser omisso neste ponto (cf. Base XVI), a "Nota Explicativa" anexa ao referido texto prevê o uso do hífen: "6.3 - O hífen nas formas derivadas (base XVI) [...] a) Emprega-se o hífen quando o segundo elemento da formação começa por h ou pela mesma vogal ou consoante com que termina o prefixo ou pseudoprefixo (por exemplo: anti-higiénico, contra-almirante, hiper-resistente) [...]" (sublinhado nosso).

Em relação às outras palavras, o Acordo Ortográfico de 1945 especifica que o elemento de formação inter- deverá ser seguido de hífen apenas se for sucedido de elemento começado por h ou r; assim, a grafia correcta deverá ser interajuda e interinfluir. Esta regra não sofre alteração com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

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Palavra do dia

men·su·ra·lis·ta men·su·ra·lis·ta
(mensural + -ista)
nome de dois géneros

[Música]   [Música]  Compositor musical, na Idade Média.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/teso [consultado em 15-01-2021]