Significado de sucedessem-mos

    A forma sucedessem-mosé [terceira pessoa plural do pretérito imperfeito do conjuntivo de sucedersuceder].

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    sucedersuceder
    |ê| |ê|
    ( su·ce·der

    su·ce·der

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Acontecer, sobrevir, dar-se o caso.

    2. Vir a acontecer depois de. = SEGUIR-SE

    3. Ocupar o lugar de outro.

    4. Ter direito como herança (ex.: os herdeiros habilitados sucederam nas relações creditórias de que a falecida era titular).

    5. [Comércio] [Comércio] Tomar o estabelecimento de outro sob condição de conservar-lhe o nome do primeiro proprietário.

    6. Decorrer.

    verbo pronominal

    7. Seguir-se; vir depois ou após.

    etimologiaOrigem:latim succedo, vir debaixo, subir, aproximar-se, avançar, vir depois, substituir.

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    fortuito | adj.

    Que sucede inopinada e casualmente....


    noturnal | adj. 2 g.

    Relativo à noite....


    pós-escolar | adj. 2 g.

    Que sucede ou aparece depois do período da escolaridade....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      No corrector do Flip 7 defrontei-me com um erro assinalado em "karateca". Por outro lado "carateca" não é considerado como erro. Em português de Portugal, isto a fazer fé no dicionário de Português da Porto Editora, o praticante de "karaté" é um "karateca". Ao que parece, no Brasil, um praticante de "karaté" é um "carateca". Portanto acho que a palavra "karateca" deveria ser incluída no léxico de português de Portugal, e deveria ser eliminada a palavra "carateca" por pertencer ao léxico brasileiro. É óbvio que isto tem a ver com opções difíceis na grafia das palavras de origem estrangeira.