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signo

signosigno | n. m.
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sig·no sig·no


(latim signum, -i, sinal, marca)
nome masculino

1. Sinal ou símbolo de algo.

2. [Astronomia]   [Astronomia]  Cada uma das doze partes do Zodíaco na esfera celeste.

3. [Astronomia]   [Astronomia]  Constelação correspondente a cada uma dessas doze partes.

4. [Astrologia]   [Astrologia]  Cada uma das figuras ou conceitos que representam a influência das doze partes do Zodíaco celeste sobre a vida ou a personalidade das pessoas.

5. Área de influência (ex.: o texto foi escrito sob o signo da indignação).

6. Forma, objecto ou fenómeno que representa ou remete para algo diferente de si próprio (ex.: signo arbitrário; signo imotivado; signo motivado).

7. [Linguística]   [Lingüística]   [Linguística]  O mesmo que signo linguístico.

8. [Música]   [Música]  Nome genérico das notas de música.


signo linguístico
[Linguística]   [Lingüística]   [Linguística]  Unidade linguística mínima que contém um significante (forma ou imagem acústica) e um significado (conceito).

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Dúvidas linguísticas


A dúvida é se o verbo parabenizar necessita de uma preposição. No caso seria "o Banco real parabeniza os ingressantes na UFU" ou "o Banco real parabeniza aos ingressantes à UFU"?
O verbo parabenizar, tal como os seus sinónimos congratular ou felicitar, é transitivo directo, conforme regista o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Por outras palavras, este verbo utiliza-se imediatamente seguido de complemento directo, sem preposição, pelo que a frase correcta é o Banco real parabeniza os ingressantes na UFU. A confusão pode advir do facto de parabenizar ser parafraseável por dar os parabéns a, expressão que não dispensa a preposição, como se pode verificar pela seguinte substituição: o Banco real dá os parabéns aos ingressantes na UFU.



Gostaria de saber qual das expressões está correcta: "ensino à distância" (com o acento grave no "à" ou "ensino a distância" (sem acento e sem sentido de complemento directo). Sobretudo alguns utilizadores da língua no domínio informático insistem em não colocar o respectivo acento, argumentando que não se trata de uma distância conhecida. Este argumento é válido? Não se estará a quebrar o paradigma que podemos estabelecer com outras expressões que têm regências preposicionais semelhantes? Por exemplo: "fato à medida"; "ter à partida"; "à medida que". Não poderão surgir ambiguidades contextuais desnecessárias na língua. Será uma influência do Português do Brasil?
Apesar de alguns dicionários de língua portuguesa, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, considerarem as locuções adverbiais a distância e à distância como sinónimas, também advertem para o facto de que tradicionalmente se tem feito a seguinte distinção: a locução a distância deve ser utilizada quando não se especifica a distância (ex.: viram o avião passar a distância) e a locução à distância quando há uma especificação numérica da mesma (ex.: o avião estava à distância de 3000 metros). Não nos parece existir uma razão lógica e argumentativamente sustentável para esta distinção, uma vez que há outros casos de locuções em que é utilizada a contracção da preposição a com o artigo definido (o, a, os, as), sem que haja uma pormenorização quantitativa (ex.: viram o barco ao longe; a camisa foi feita à medida; desequilibrou-se e caiu ao comprido; pôs as mãos ao alto). Pesquisas em corpora de textos portugueses indicam que estatisticamente a locução adverbial à distância é muito mais usada do que a distância.
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Palavra do dia

es·ca·dó·ri·o es·ca·dó·ri·o


(escada + -ório)
nome masculino

1. Escadaria que tem capelas em cada patamar.

2. [Informal]   [Informal]  Escada monumental.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/signo [consultado em 27-11-2022]