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servente-contínuo

servente-contínuoservente-contínuo | n.
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servente-contínuo servente-contínuo


nome

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consabidas alcoolitradas-bagaceiras, de fluoxetina/20 mg & de alopurinol/100 mg, não se lhe conhecendo quaisquer alergias a quaisquer medicamentos bom sinal: total independência quanto a AVD, desempregado-de-longa-duração, foi contínuo -escolar & servente -de-pedreiro, tendo (incompleto) o antigo Quinto

Em daniel abrunheiro

-mato ( cross-country ). Foi vencedor da Medalha Olímpica Nobre Guedes em 1973 . Carlos Alberto de Sousa Lopes foi campeão mundial 3 vezes. Biografia A família Lopes era modesta e Carlos começou a trabalhar como servente de pedreiro , ainda não tinha onze anos, para ajudar a sustentar a casa de família. Mais

Em Geopedrados

torre de Santarém. Não demoraria a chegar. DEPOIS, O SEQUESTRO Com um revólver em uma das mãos e uma granada na outra, o estranho entrou na cabina de comando e avisou que não queria conversa com a terra. Ato contínuo prendeu o rádio navegador, Mário de Queiroz Ferreira no compartimento traseiro do avião

Em catadordepapeis.blogspot.com

COMBATE (jiu jit-zu- parace amesma - e o judo - olimpico - b«veem de uma certa raiz - ue as voltas do kendo ao tzv - d«foarm por ue shiba - transformados numa dança espiral ao centro que tui sov move continuo e que esse movimento já se sabe e que procur maquinas demovimento PERPETUO quando é na HVMANIDADE

Em Tears of Heaven

corta-mato ( cross-country ). Foi vencedor da Medalha Olímpica Nobre Guedes em 1973. A família Lopes era modesta e Carlos começou a trabalhar como servente de pedreiro , ainda não tinha onze anos, para ajudar a sustentar a casa de família. Mais tarde, foi empregado de mercearia , relojoeiro e contínuo

Em Geopedrados
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Dúvidas linguísticas


Estou com uma dúvida: como se escreve, e se existe, a palavra (excessão, ecessão, esseção)?
No português europeu a grafia correcta é excepção e no português do Brasil é exceção.



1. Como deve ser a concordância sujeito-predicado para nomes como os Camarões, as ilhas Maurícias, etc.? Deve o verbo estar no singular ou no plural?
2. No caso de países cujo nome começa com a palavra ilha ou ilhas, a primeira letra destas duas palavras deve grafar-se com maiúscula ou com minúscula? Ou seja, deve escrever-se Ilhas Maurícias ou ilhas Maurícias, por exemplo?
1. O verbo deve sempre concordar em número e pessoa com o sujeito, caso ele exista. Como, neste caso, o sujeito é plural (os Camarões), o verbo deverá estar igualmente no plural (ex.: Os Camarões são um Estado africano). No entanto, caso decidisse pelo uso de um precedente que designasse a organização política desse Estado, o verbo teria de concordar com essa designação e não com o nome do topónimo propriamente dito (ex.: A república dos Camarões situa-se no continente africano).

2. O Acordo Ortográfico de 1990 não se pronuncia explicitamente sobre esta questão, o mesmo acontecendo com o Acordo Ortográfico de 1945 e o Formulário Ortográfico de 1943, os textos legais anteriormente em vigor, respectivamente, para a norma europeia e para a norma brasileira do português.

Sobre esta questão, Rebelo Gonçalves pronuncia-se no seu Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra: Atlântida, 1947, pp. 337-339), dizendo que se emprega minúscula inicial “Nos substantivos que significam  acidentes geográficos, tais como arquipélago, baía, cabo, ilha, lago, mar, monte, península, rio, serra, vale e tantos outros, quando seguidos de designações que os especificam toponimicamente". O autor lista como exemplos arquipélago dos Açores, baía de Guanabara, ilha da Madeira, ilhas Berlengas, ilha Terceira, mar Mediterrâneo ou monte Branco, entre outros.  Nesta regra inserir-se-ia o topónimo ilhas Maurícias, uma vez que a palavra ilhas, neste caso, apenas indica as características geográficas das Maurícias (designação comum da República da Maurícia, em português de Portugal, ou República do Maurício, em português do Brasil). Rebelo Gonçalves especifica algumas excepções a esta regra, quando, por exemplo, se utilizam topónimos em nomes de vias públicas (Rua da Ilha do Faial e não Rua da ilha do Faial) ou em títulos de obras (Tragicomédia Pastoril da Serra da Estrela e não Tragicomédia Pastoril da serra da Estrela). Estabelece ainda outra excepção quando se trata de combinações vocabulares que formam  locuções ou compostos toponímicos, i. e., locuções de onde não se pode omitir o substantivo que designa o acidente geográfico (ex.: Península Ibérica, Costa do Ouro, Monte Redondo, Serra de El-Rei).

Como foi referido acima, o Acordo Ortográfico de 1990 não se debruça explicitamente sobre esta questão, mas, implicitamente, parece não contrariar as indicações de Rebelo Gonçalves, uma vez que, a propósito de outros assuntos, o texto apresenta exemplos como “ilha de Santiago” (Base XVIII) ou o composto toponímico “Baía de Todos-os-Santos” (Base XV).

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Palavra do dia

vi·lar vi·lar


(latim villaris, -e, relativo a casa de campo, a quinta)
nome masculino

[Pouco usado]   [Pouco usado]  Pequena aldeia ou povoação; grupo de casas. = ALDEOLA, CASAL, LUGAREJO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/servente-cont%C3%ADnuo [consultado em 23-09-2021]