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saudade-de-asa-cinza

saudade-de-asa-cinzasaudade-de-asa-cinza | n. f.
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sau·da·de·-de·-a·sa·-cin·za sau·da·de·-de·-a·sa·-cin·za


nome feminino

[Ornitologia]   [Ornitologia]  Ave (Lipaugus conditus) da família dos cotingídeos.

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Num sonho d'Iris, morto a ouro e brasa, Vem-me lembranças doutro Tempo azul Que me oscilava entre véus de tule - Um tempo esguio e leve, um tempo- Asa . Então os meus sentidos eram cores, Nasciam num jardim as minhas ânsias, Havia na minh'alma outras distancias - Distancias que o segui-las era flores

Em imagensapalavradas.blogs.sapo.pt

Olho para dentro da taça De vinho e vejo-a vazia De enchê-lo o tempo é escasso Por isso, olho este rio Do tempo breve, a saudade Quando eu chorava e me ria Do que causava embaraço Fugindo incauto ao destino De voo trémulo e raso Sobre a planície de vidro Funesto sonho ter asa Ser antro de poesia

Em Antonio

com cinza e grão de roxo e soco. Macero ele, faço dele cataplasma e ponho sobre a ferida. 03. A prima hábil, com tesoura e papel, pariu a mágica: emendadas, brincando de roda, "as neguinhas de Guiné". Minha alma, do sortilégio do brinquedo, garimpou: eu podia viver sem nenhum susto. A vida se

Em marcosresende26.blogs.sapo.pt

afinador de silêncios.” Mia Couto "...no canteiro, uma violeta, e sobre ela, o dia inteiro, entre o planeta e o sem-fim, a asa de uma borboleta.” Cecíllia Meireles 30 julho 2013 1. “Não adormeças: o vento ainda assobia no meu quarto e a luz é fraca e treme e eu tenho medo das sombras que desfilam pelas

Em Amor Eterno

todas as suas fêmeas. Depois dorme, cidade inexistente. Micheliny Verunschk "Eu sorvo o haxixe do estio E evolve um cheiro, bestial Ao solo quente, como o cio De um chacal. Distensas, rebrilham sobre Um verdor, flamâncias de asa ... Circula um vapor de cobre Os montes - de cinza e brasa." Pedro Kilkerry

Em O SAL DAS ROSAS
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Dúvidas linguísticas

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A minha dúvida é relativa ao novo Acordo Ortográfico: gostava que me esclarecessem porque é que "lusodescendente" escreve-se sem hífen e "luso-brasileiro", "luso-americano" escreve-se com hífen. É que é um pouco difícil de se compreender, e já me informei com algumas pessoas que não me souberam dizer o porquê de ser assim. Espero uma resposta de vossa parte com a maior brevidade possível.
Não há no texto legal do Acordo Ortográfico de 1990 uma diferença clara entre as palavras que devem seguir o disposto na Base XV e o disposto na Base XVI. Em casos como euroafricano/euro-africano, indoeuropeu/indo-europeu ou lusobrasileiro/luso-brasileiro (e em outros análogos), poderá argumentar-se que se trata de "palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido" (Base XV) para justificar o uso do hífen. Por outro lado, poderá argumentar-se que não se justifica o uso do hífen uma vez que se trata de "formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co-, contra-, entre-, extra-, hiper-, infra-, intra-, pós-, pré-, pró-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, etc.) e de formações por recomposição, isto é, com elementos não autónomos ou falsos prefixos, de origem grega e latina (tais como: aero-, agro-, arqui-, auto-, bio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, proto-, pseudo-, retro-, semi-, tele-, etc.)" (Base XVI).

Nestes casos, e porque afro-asiático, afro-luso-brasileiro e luso-brasileiro surgem no texto legal como exemplos da Base XV, a Priberam aplicou a Base XV, considerando que "constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido". Trata-se de uma estrutura morfológica de coordenação, que estabelece uma relação de equivalência entre dois elementos (ex.: luso-brasileiro = lusitano e brasileiro; sino-japonês = chinês e japonês).

São, no entanto, excepção os casos em que o primeiro elemento não é uma unidade sintagmática e semântica e se liga a outro elemento análogo, não podendo tratar-se de justaposição (ex.: lusófono), ou quando o primeiro elemento parece modificar o valor semântico do segundo elemento, numa estrutura morfológica de subordinação ou de modificação, que equivale a uma hierarquização dos elementos (ex.:  eurodeputado = deputado [que pertence ao parlamento europeu]; lusodescendente = descendente [que provém de lusitanos]).

É necessário referir ainda que o uso ou não do hífen nestes casos não é uma questão nova na língua portuguesa e já se colocava antes da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Em diversos dicionários e vocabulários anteriores à aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 já havia práticas ortográficas que distinguiam, tanto em Portugal como no Brasil, o uso do hífen entre euro-africano (sistematicamente com hífen) e eurodeputado (sistematicamente sem hífen).

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Palavra do dia

en·xó en·xó


(latim asciola, -ae, diminutivo de ascia, -ae, enxada)
nome feminino no português de Portugal / nome masculino no português do Brasil

[Carpintaria]   [Carpintaria]  Instrumento para desbastar tábuas ou pequenas peças de madeira.

Confrontar: enchó.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/saudade-de-asa-cinza [consultado em 05-07-2022]