Significado de riscazita

    A forma riscazitaé [derivação feminino singular de riscarisca].

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    riscarisca
    ( ris·ca

    ris·ca

    )

    nome feminino

    1. Traço feito com lápis, pedra ou com a ponta de alguma coisa. = RISCO

    2. Linha ou faixa de cor diferente do fundo. = LISTA, LISTRA

    3. Traço que divide o cabelo em duas partes distintas (ex.: penteado com risca ao meio). = RISCO

    4. [Jogos] [Jogos] Raia, meta ou sinal com que se marcam os pontos em certos jogos.

    5. [Portugal: Trás-os-Montes] [Portugal: Trás-os-Montes] Serradura.


    à risca

    Ao pé da letra, com rigor ou com exatidão (ex.: cumprir as regras à risca; seguir à risca as indicações).

    risca de união

    [Tipografia] [Tipografia]  Sinal gráfico horizontal (-) usado na separação de elementos de um composto, de alguns prefixos, de sílabas em fim de linha e de ligações enclíticas e mesoclíticas. = TIRETE, TRAÇO DE UNIÃO

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de riscar.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    raiado | adj.

    Que tem raias ou riscas....


    bandó | n. m.

    Cada uma das duas porções de cabelo que, na cabeça, se apartam por meio de risca e se enrolam ou assentam sobre os temporais (ex.: tinha o cabelo dividido em dois bandós)....


    calhadouro | n. m.

    Risca desde a qual se atira o malhão, no jogo da bola....


    escocês | adj. | n. m.

    Relativo à Escócia....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "riscazita" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
      (1) Trar-se-ão a Portugal.
      ou
      (2) Trazer-se-ão a Portugal.
      Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?