Significado de reside-se-lhes

    A forma reside-se-lhespode ser [segunda pessoa singular do imperativo de residirresidir] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de residirresidir].

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    residirresidir
    ( re·si·dir

    re·si·dir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Habitar, morar, ter a sua residência em.

    2. [Figurado] [Figurado] Achar-se; estar.

    3. Consistir.

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    Esta palavra no dicionário

    Tradução latina de um provérbio grego, segundo o qual eram tão caros os prazeres de Corinto que nem todos podiam ir lá residir; usa-se a propósito de todas as coisas a que é forçoso renunciar por falta de meios....


    almofala | n. f.

    Campo, arraial em que se reside algum tempo....


    banimento | n. m.

    Ato ou efeito de banir....


    palácio | n. m.

    Casa vasta e sumptuosa, onde geralmente residem ou residiam monarcas, chefes de Estado, etc....


    monastério | n. m.

    Habitação de monges ou monjas....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?