Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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remrem | s. m.
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rem rem
(abreviatura de Röntgen Equivalent Mann)
substantivo masculino

[Física nuclear]   [Física nuclear]  Unidade de medida do sistema internacional equivalente a 0,01 sievert, que serve para medir a quantidade de radiação ionizante absorvida pelo organismo.

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Dúvidas linguísticas


Em português, qual é a regra para a atribuição de género a estrangeirismos?
A atribuição de género a estrangeirismos e a empréstimos varia consoante a língua de origem. Aos estrangeirismos ingleses (que geralmente são de género neutro), é atribuído frequentemente o género masculino (ex.: ketchup, server), havendo, no entanto, muitos casos de estrangeirismos ingleses que no sistema linguístico português são geralmente considerados femininos, geralmente por analogia ou por relações de sinonímia com outras palavras relacionadas (ex.: password, party, homepage).

Se os estrangeirismos terminarem em a, há também uma maior tendência para a atribuição do género feminino, apesar de haver casos de palavras com essa terminação com género masculino ou com ambos os géneros, como por exemplo a palavra vodca.

De uma maneira geral, especialmente no que toca a empréstimos e estrangeirismos com origem em língua românicas, há uma propensão para a manutenção do género de origem. Claro que há variadas excepções a esta regra, sendo as mais frequentes aqueles em que há adaptação para o português (ex.: bricolage s. m. / bricolagem s. f., garage s. m. / garagem s. f.).




Como devo escrever: veio-me visitar ou veio visitar-me? E qual a construção mais correcta: porque ando a lê-lo ou porque o ando a ler (um livro)?
A dúvida que nos coloca diz respeito à posição dos clíticos. Sobre este assunto em geral, deve consultar outras dúvidas já respondidas: posição dos clíticos e mesóclise. No entanto, a frase que nos envia coloca uma questão não tratada nesses textos: a colocação dos clíticos em tempos compostos, construídos geralmente com os auxiliares ter ou haver e o particípio passado, na voz activa (ex.: Tinha oferecido um livro à mãe), e com o auxiliar ser e o particípio passado, na voz passiva (ex.: O livro foi oferecido à mãe) ou em locuções verbais construídas com um verbo auxiliar ou semiauxilar conjugado e um verbo principal no infinitivo ou no gerúndio (ex.: Foi visitar o doente; Anda lendo muitos livros).

Nos casos em que há um tempo composto, se não houver um contexto que atraia o clítico (ex.: Não o tinha oferecido à mãe; por favor, consultar as alíneas a) a j) da resposta posição dos clíticos), este deverá ser colocado depois do verbo auxiliar (ex.: Tinha-o oferecido à mãe; Tinha-lhe oferecido o livro; Tinha-lho oferecido; O livro foi-lhe oferecido).

Nos casos em que há uma locução verbal construída por um verbo auxiliar ou semiauxilar e um verbo principal, o caso parece um pouco mais complexo, essencialmente por causa do estatuto de verbo auxiliar.

Se não houver um contexto que atraia o clítico (por favor, consultar as alíneas a) a j) da resposta posição dos clíticos), este será normalmente colocado depois do verbo principal (ex.: O livro é interessante e ando a lê‑lo/ando lendo-o há dois dias; Ele veio visitar-me esta semana). No entanto, nos casos referidos nas alíneas a) a j) da resposta posição dos clíticos, o clítico poderá estar antes do verbo auxiliar ou semiauxiliar (ex.: Nenhum aluno o anda a ler; Sei que ele me veio visitar esta semana) ou depois do verbo principal (ex.: Nenhum aluno anda a lê-lo; Sei que ele não veio visitar-me esta semana). Isto acontece provavelmente porque estas construções contêm um verbo considerado auxiliar ou semiauxiliar, mas que mantém ainda algumas características de verbo pleno, logo, o clítico tanto pode deslocar-se para antes da locução verbal (à semelhança do que acontece nos tempos compostos construídos com um verbo puramente auxiliar, como se se tratasse de um só verbo) como pode manter-se ligado ao verbo principal, de que depende semanticamente.

Em alguns casos, algumas destas construções assumem o comportamento dos verbos auxiliares dos tempos compostos (ex.: Veio-me visitar logo que pôde; O livro é enfadonho, mas ele anda-o a ler), não sendo, contudo, estruturas consensuais.

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Palavra do dia

mão·-chei·a mão·-chei·a
substantivo feminino

1. Porção de coisas que a mão pode abranger. = MANCHEIA, PUNHADO


de mão-cheia
Que é muito bom; que tem muita qualidade (ex.: é uma cozinheira de mão-cheia). = EXCELENTE, NOTÁVEL, ÓPTIMO, PERFEITOPÉSSIMO

Plural: mãos-cheias.Plural: mãos-cheias.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/rem [consultado em 19-06-2019]