Significado de rechinarem-no

    A forma rechinarem-nopode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de rechinarrechinar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de rechinarrechinar].

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    rechinarrechinar
    ( re·chi·nar

    re·chi·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Cozinhar com ação do fogo (ex.: as brasas rechinavam o cabrito). = ASSAR

    verbo intransitivo

    2. Produzir som semelhante ao da gordura gotejando sobre brasas.

    3. Produzir som agudo (ex.: a bala rechinou, cortando o ar). = CHIAR, RANGER, SILVAR

    4. Causar muito calor (ex.: o sol rechinava). = ARDER, ESCALDAR, QUEIMAR

    5. Produzir um som estridente, peculiar a certos insetos (ex.: a cigarra rechina). = ESTRIDULAR

    etimologiaOrigem:etimologia obscura.

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    Esta palavra no dicionário

    rechina | n. f.

    Sopa em que se utiliza sangue de porco....


    rechino | n. m.

    Ato de rechinar....


    rechinado | adj.

    Que se rechinou (ex.: cabrito rechinado no espeto)....


    rechinar | v. tr. | v. intr.

    Cozinhar com ação do fogo (ex.: as brasas rechinavam o cabrito)....

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


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      Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.