Significado de rebatizardes-tos

    A forma rebatizardes-tospode ser [segunda pessoa plural do futuro do conjuntivo de rebaptizarrebatizarrebatizar] ou [segunda pessoa plural infinitivo flexionado de rebaptizarrebatizarrebatizar].

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    rebaptizarrebatizarrebatizar
    |bàt| |bàt| |bàt|
    ( re·bap·ti·zar re·ba·ti·zar

    re·ba·ti·zar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    Tornar a batizar.

    etimologiaOrigem:re- + batizar.

    Secção de palavras relacionadas

    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: rebatizar.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: rebaptizar.
    grafiaGrafia no Brasil:rebatizar.
    grafiaGrafia em Portugal:rebaptizar.

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    A palavra "rebatizardes-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      No corrector do Flip 7 defrontei-me com um erro assinalado em "karateca". Por outro lado "carateca" não é considerado como erro. Em português de Portugal, isto a fazer fé no dicionário de Português da Porto Editora, o praticante de "karaté" é um "karateca". Ao que parece, no Brasil, um praticante de "karaté" é um "carateca". Portanto acho que a palavra "karateca" deveria ser incluída no léxico de português de Portugal, e deveria ser eliminada a palavra "carateca" por pertencer ao léxico brasileiro. É óbvio que isto tem a ver com opções difíceis na grafia das palavras de origem estrangeira.