Significado de ranhemos-tas

    A forma ranhemos-taspode ser [primeira pessoa plural do imperativo de ranharranhar] ou [primeira pessoa plural do presente do conjuntivo de ranharranhar].

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    ranharranhar
    ( ra·nhar

    ra·nhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Arranhar; esgaravatar (ex.: ranhar o chão; as galinhas ranhavam).

    2. [Portugal: Trás-os-Montes] [Portugal: Trás-os-Montes] Varrer para se poder cozer o pão (ex.: ranhar o forno a lenha). = RAER

    etimologiaOrigem:redução de arranhar.

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    Esta palavra no dicionário

    ranhento | adj.

    Que tem ranho (ex.: nariz ranhento)....


    monco | n. m.

    Humor espesso, segregado pela mucosa do nariz....


    ranheta | n. f. | n. 2 g.

    Entalhe triangular que se faz no tronco do pinheiro para extração da resina....


    ranhão | n. m.

    Pau ou fragueiro com que se varre o forno de lenha....


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    A palavra "ranhemos-tas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      A palavra fim de semana, aparece em todo o lado escrita com hífen, inclusive no vosso dicionário. Contudo, quando estudei a língua portuguesa nas cadeiras da faculdade, foi-nos dado como referência um manual que nos serviu como a Bíblia da Língua Portuguesa: a Nova Gramática do Português Contemporâneo. Esta gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra afirma na página 107 que a palavra fim de semana é um exemplo de quando os elementos justapostos conservam a sua "autonomia gráfica", tais como Idade Média e pai de família. Assim sendo, gostaria que me informassem se é correcto a utilização das duas formas, ou se a Nova Gramática já está desactualizada.