Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub
pub

quartel-mestre

quartel-mestrequartel-mestre | n. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

quar·tel·-mes·tre quar·tel·-mes·tre


nome masculino

Indivíduo com o posto de capitão ou tenente a cujo cargo estava o serviço de tesouraria, recepção e distribuição de fundos.

Plural: quartéis-mestres.Plural: quartéis-mestres.
pub

Parecidas

Esta palavra no dicionário

Ver mais

Esta palavra em blogues

Ver mais

paroquial; sede de partido político; teatro-circo político; loja de fraternidade maçónica; capela da Opus Dei; lar de terceira idade; colégio de freiras; seminário de padres; retiro de fado; clube de futebol; antro de prostituição; espaço da Internet; quartel de polícia; instalação militar; tertúlia

Em A Quinta Lusitana

do Exército, que fez doação ao quartel do 1º BIS(Amv). Feliz Páscoa! Reflexões sobre a Santa Ceia Renato Mendonça Antes da sua derradeira Festa da Páscoa, Jesus reuniu seus discípulos para uma confraternização. Apesar de toda a dificuldade de logística, arranjaram-lhe um lugar onde pudesse reunir a

Em catadordepapeis.blogspot.com

, pude ler: ‘Salvadoreños - tanta tranquilidad me da miedo’. Durante anos, na Av. de Berna, no muro branco que pertencia a um quartel , letras brutas berravam. «De Aushwitz a Beirute só a memória é curta». A linguagem universal das paredes desapareceu. Sobrou o triste calão suburbano dos grafittis. Há

Em O INDEFECTÍVEL

Castro, Guarda 2ª classe. QUARTEL GENERAL: 76 OFICIAIS: 12 Adrião Marques Pinto, Alferes; Alexandrino José Marques Pinheiro, Major; Allen Gualter Cid Matos Correia, Major; António José Martins Leitão, Brigadeiro; Emílio Loubet Pinho Carvalho, Major; Francisco José Calheiros Ortigão Oliveira, Alferes

Em Alberto Helder

; Manuel Silva Oliveira, Soldado; Marcolino Cruz Lopes, Soldado; Mário Fernando Gomes Ferreira, Soldado; Mário Fernando Roldão Mestre , 1º Cabo; Mário Moreira Silva, Soldado; Martinho Matos Sá, 1º Cabo; Nelson Santos, Soldado; Nuno Jesus Silva, 1º Cabo; Pavel Augusto Rodrigues, 1º Cabo; Pedro Justino Duarte

Em Alberto Helder
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Quando uma carta formal é iniciada por "Eu...", deve de ter o título? "Eu, Dr. João..." ou "Eu, D. Ana..."? No caso de ser Dona, como é a abreviatura? E no caso de ser Dom?
Não há nenhuma norma linguística que impeça a indicação do título do sujeito de um texto formal, como no caso de editais, testamentos ou declarações. No entanto, é mais comum surgir apenas a indicação do nome do sujeito, sem o título, talvez por ser menos ostentatório. A abreviatura de dom ou dona é D. (ex.: D. José, D. Mariana).



Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?
A Priberam Informática não pretende responder especificamente a perguntas do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa, mas apenas a dúvidas linguísticas que lhe são colocadas e que são consideradas pertinentes, sendo as respostas redigidas tendo em conta a clareza e a concisão para os utilizadores.

As concordâncias são um caso problemático no português, como deixam claro Telmo Móia e João Peres no capítulo 7 de Áreas Críticas do Português (Caminho, 1995), e o caso em questão, aquele grupo de jovens, parece fazer parte de um conjunto de expressões formadas por um nome (como grupo ou conjunto) que, combinado com outro, “permitem referir colecções de objectos, sem as quantificarem” (Móia e Peres, p. 471). Esta reflexão parece mostrar que este grupo difere um pouco das expressões partitivas (como parte, porção ou maioria) que referem Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Edições João Sá da Costa, 1998, p. 496). No entanto, tanto num caso como noutro, a construção mais neutra deveria corresponder a uma unidade, ao todo, isto é, pegando no texto de Cunha e Cintra ("Deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo."), o plural parece ser uma maneira de modalizar o discurso, dando-lhe um matiz menos neutro, enfatizando, na unidade, os seus elementos constituintes. Vemos como estas construções são problemáticas quando comparadas, por exemplo, com um grupo nominal como carro das mercadorias, onde não hesitaríamos (ou hesitaríamos menos) em identificá-lo como uma unidade, com a correspondente flexão do verbo que se lhe seguisse (O carro das mercadorias entrou na rua). Por este motivo reiteramos as nossas observações da resposta concordâncias (I).

No que diz respeito à concordância do pronome pessoal os em Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontrou perto da discoteca, onde o Diogo os aguardava, pode dizer-se que, sendo um pronome pessoal, deve concordar com o seu antecedente, mas este antecedente não tem necessariamente de ser o sujeito da frase. Retomando um exemplo acima (O carro das mercadorias entrou na rua) podemos adaptá-lo a uma construção afim em que a concordância é possível com qualquer dos antecedentes (O carro das mercadorias entrou na rua, onde o comerciante as/o aguardava). São estas concordâncias possíveis com mais de um antecedente que por vezes tornam as frases ambíguas.

Relativamente à sua questão sobre onde e aonde, por favor consulte a resposta onde / aonde.

Sem qualquer crítica ao referido campeonato, podemos no entanto observar que a maioria das questões problemáticas da língua não se adequa a respostas apenas com dois valores, como sim/não ou correcto/incorrecto, pois contém uma complexidade que as ultrapassa.

pub

Palavra do dia

sal·-ge·ma |ê|sal·-ge·ma |ê|


nome masculino

[Mineralogia]   [Mineralogia]  Sal comum fossilizado, extraído de depósitos naturais (ex.: mina de sal-gema). = HALITE

Plural: sais-gema ou sais-gemas.Plural: sais-gema ou sais-gemas.
pub

Mais pesquisadas do dia



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/quartel-mestre [consultado em 27-06-2022]