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pois

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poispois


conjunção

1. Por conseguinte, portanto, logo.

2. Então, nesse caso.

3. No entanto, mas.

4. Visto que, porquanto, pois que, porque.


advérbio

5. Pois sim, pois claro, por certo, pois não. (Emprega-se também como partícula expletiva: Pois hei-de sair com este tempo.)


pois é

Expressão usada para mostrar confirmação ou resignação.

pois não

[Brasil] [Brasil] Fórmula usada para mostrar solicitude ou para receber ou começar a atender alguém que provavelmente terá um pedido ou uma solicitação.

[Brasil] [Brasil] Fórmula usada para confirmar. = SIM

pois que

[Pouco usado] [Pouco usado] Porque.

pois quê

Expressão usada interrogativamente para mostrar espanto. = COMO

pois sim

Exclamação designativa de certa dúvida ou reserva acerca do que outrem nos afirma.

etimologiaOrigem etimológica:latim post, após, atrás, depois.

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Por favor poderiam me dar o feminino desta frase: Os músicos estão na praça!
Uma frase não tem feminino ou masculino.

Se a questão se coloca quanto ao sujeito Os músicos, o feminino da palavra músico é música (ex.: Ela é música). Se se referir ao conjunto de músicos e músicas, então terá de ser Os músicos. Assim, se o sujeito da frase for feminino plural, será As músicas (mesmo podendo ser confundido com as músicas = as canções, as melodias).




Li o texto do Acordo Ortográfico de 1990 e outros textos sobre o assunto, e tomava a liberdade de perguntar qual a posição da Priberam relativamente aos prefixos sub-, ad- e ab- quando seguidos por palavra iniciada por r cuja sílaba não se liga foneticamente com o prefixo. Concretizando: sub-rogar ou subrogar; ad-rogar ou adrogar; ab-rogar ou abrogar? O Acordo, aparentemente, é omisso quanto à matéria, e já vimos opções diferentes da por vós tomada na versão 7 do FLIP.
O texto legal do Acordo Ortográfico de 1990 (base XVI) é, de facto, omisso relativamente ao uso de hífen com prefixos terminados em consoantes oclusivas (como ab-, ad- ou sub-) quando o segundo elemento da palavra se inicia por r (como em ab-rogar, ad-rogar ou sub-rogar). Para que seja mantida a pronúncia [R] (como em carro) do segundo elemento, terá de manter-se o hífen, pois os casos de ab-r, ad-r, ob-r, sob-r, sub-r e afins são os únicos casos na língua em que há os grupos br ou dr (que se podiam juntar a cr, fr, gr, pr, tr e vr) sem que a consoante seja uma vibrante alveolar ([r], como em caro ou abrir). Se estas palavras não contiverem hífen, o r ligar-se-á à consoante que o precede e passará de vibrante velar (ex.: ab[R], sub[R]) a vibrante alveolar (ex.: ab[r], sub[r]). Não se pode, por isso, alterar a fonética por causa da ortografia, nem alterar a grafia, criando uma excepção ortográfica, só porque o legislador/relator ou afim escamoteou ou esqueceu este caso. O argumento de que a opção de manter o hífen nestes casos segue o espírito do acordo pode reforçar-se se olharmos, por exemplo, para os casos dos elementos de formação circum- e pan-, onde não se criam excepções à estrutura silábica, nem à pronúncia (cf. circum-escolar e não circumescolar; pan-africano e não panafricano).
Pelos motivos expostos, a opção da Priberam é manter o hífen nos casos descritos.