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pistolita

A forma pistolitaé [derivação feminino singular de pistolapistola].

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pistolapistola
|ó| |ó|
( pis·to·la

pis·to·la

)


nome feminino

1. [Armamento] [Armamento] Arma de fogo curta que se dispara com uma só mão.

2. Canudo de fogo-de-artifício cheio de pólvora que dispara glóbulos luminosos de várias cores.

3. Aparelho ou dispositivo com formato semelhante ao de arma de fogo curta (ex.: pistola de água; pistola para aplicar cola; pistola de pintura).

4. [Numismática] [Numismática] Antiga moeda de ouro em alguns países, de valor variável.

5. [Brasil, Calão] [Brasil, Tabuísmo] Órgão sexual masculino. = PÉNIS


adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

6. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Que demonstra irritação ou raiva (ex.: o resultado deixou a torcida muito pistola; os caras estão meio pistolas). = BRAVO, FULO, FURIOSO


à pistola

Com um dispositivo de forma semelhante à de arma de fogo curta (ex.: colar à pistola; pintura à pistola).

ficar pistola

[Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Ficar exaltado ou furioso (ex.: o cara ficou muito pistola com a situação).

pistola de fogo-central

[Brasil] [Brasil] [Armamento] [Armamento]  Arma de fogo curta com dois canos e dois gatilhos. = FOGO-CENTRAL

pistola de sinal

O mesmo que pistola de sinalização.

pistola de sinalização

Dispositivo que lança sinais luminosos, geralmente usado situações de emergência.

etimologiaOrigem etimológica:francês pistole.

pistolitapistolita

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?
No que diz respeito ao registo lexicográfico de quando muito ou de quanto muito, dos dicionários de língua que habitualmente registam locuções, todos eles registam apenas quando muito, com o significado de “no máximo” ou “se tanto”, nomeadamente o Grande Dicionário da Língua Portuguesa (coordenado por José Pedro Machado, Lisboa: Amigos do Livro Editores, 1981), o Dicionário Houaiss (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) e o Dicionário Aurélio (Curitiba: Positivo, 2004). A única excepção é o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências (Lisboa: Verbo, 2001), que regista como equivalentes as locuções adverbiais quando muito e quanto muito. Do ponto de vista lógico e semântico, e atendendo às definições e distribuições de quando e quanto, a locução quando muito é a que parece mais justificável, pois uma frase como quando muito, espero por ti até às 4 e 15 seria parafraseável por espero por ti até às 4 e 15, quando isso já for muito ou demasiado. Do ponto de vista estatístico, as pesquisas em corpora e em motores de busca evidenciam que, apesar de a locução quanto muito ser bastante usada, a sua frequência é muito inferior à da locução quando muito. Pelos motivos acima referidos, será aconselhável utilizar quando muito em detrimento de quanto muito.



Colibri diz-se: Culibri? ou Colibri (com o som do -o- aberto)? Li que a sílaba acentuada é a última? Sendo aguda, que som tem a sílaba Co-? E porquê, ou seja qual é a regra para a pronunciação desta palavra?
Na questão colocada, está em causa a qualidade da vogal de uma sílaba átona, e não a sua acentuação (a palavra é sempre acentuada na última sílaba: colibri).

A letra o pode corresponder ao som [o], como em avô ou dor, ao som [ɔ], como em avó ou corda, ou ao som [u], como em comida ou carro.

No português europeu, como regra geral (com muitas excepções), as vogais que não pertencem a uma sílaba tónica são elevadas. Por exemplo, no caso da vogal o das palavras corda e cordão, o som [ɔ] (vogal mais baixa) da palavra corda (com acento tónico em cor) passa a pronunciar-se [u] (vogal mais alta) em cordão pois a sílaba tónica passou a ser a última cordão. Esta regra geral pode aplicar-se a colibri (como a sílaba tónica é bri, a sílaba co- pode pronunciar-se [ku]), mas no caso desta palavra, há informação lexical, isto é, relativa à própria palavra e não às regras mais gerais da língua, que faz com que, por motivos etimológicos ou outros, a maioria dos falantes pronuncie [kɔ]libri. Esta é então também a pronúncia registada no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia da Ciências/Verbo e, posteriormente, no Grande Dicionário Língua Portuguesa, da Porto Editora.