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pipeta

A forma pipetapode ser [segunda pessoa singular do imperativo de pipetarpipetar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo de pipetarpipetar] ou [nome feminino].

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pipetapipeta
|ê| |ê|
( pi·pe·ta

pi·pe·ta

)
Imagem

Tubo que serve para tirar uma pequena quantidade de líquido de uma vasilha.


nome feminino

1. Tubo para transvasar líquidos.

2. Tubo que serve para tirar uma pequena quantidade de líquido de uma vasilha.Imagem

3. Bomba das adegas.

4. [Química] [Química] Instrumento de laboratório, geralmente em forma de tubo graduado, destinado a transferir ou a medir pequenas quantidades de líquidos.Imagem

etimologiaOrigem etimológica:francês pipette, pequeno tubo.
pipetarpipetar
( pi·pe·tar

pi·pe·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

[Química] [Química] Transferir líquido com uma pipeta.

etimologiaOrigem etimológica:pipeta + -ar.

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Traduzir "pipeta" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Quando atendemos um telefone é correto falar "pois não"?
A locução adverbial interrogativa pois não usa-se para saber o que alguém pretende ou para mostrar disponibilidade para ouvir uma solicitação, pelo que pode ser utilizada como fórmula de atendimento de uma chamada telefónica.



Qual das expressões é a correcta: de forma a ou por forma a? Caso ambas estejam correctas, qual a diferença entre elas e quando usar uma ou outra?
As duas expressões estão correctas e são locuções prepositivas sinónimas, significando ambas “para”, “a fim de” ou “de modo a” e indicando um fim ou objectivo (ex.: procedeu cautelosamente de forma a/por forma a evitar erros), sendo a locução por forma a menos usada que de forma a, como se pode verificar pela pesquisa em corpora e motores de busca na internet. Ambas se encontram registadas em dicionários de língua portuguesa.

Estas duas expressões, construídas com a preposição a, pertencem a um conjunto de locuções (do qual fazem parte de modo a ou de maneira a) cujo uso é desaconselhado por alguns puristas, com o argumento de que se trata de expressões de influência francesa, o que, neste caso, não parece constituir argumento suficiente para as considerar incorrectas. Acresce ainda que, em qualquer dos casos, locuções prepositivas como de/por forma a, de maneira a ou de modo a desempenham a mesma função da preposição para, que neste contexto introduz frases subordinadas infinitivas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para evitar erros), da mesma forma que, com alterações ao nível dos tempos verbais, as locuções conjuncionais de/por forma que, de maneira que ou de modo que desempenham a função da locução conjuncional para que, que neste contexto introduz frases subordinadas finitas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para que evitasse erros). Não parece assim haver motivo para deixar de usar umas ou outras.