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    range-mos

    rangido | n. m.

    Ato ou efeito de ranger....


    rechino | n. m.

    Ato de rechinar....


    briquismo | n. m.

    Mania ou ação inconsciente ou involuntária de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    hemodia | n. f.

    Embotamento dos dentes acompanhado de rangido e sabor ácido....


    gonfíase | n. f.

    Desencaixe do dente no alvéolo....


    rangedeira | n. f.

    Cada um dos pedaços de couro que os sapateiros dispõem entre a sola e a palmilha do calçado, para ranger ao andar....


    chiar | v. intr. | n. m.

    Produzir som agudo e continuado....


    bricomania | n. f.

    Mania ou ação inconsciente ou involuntária de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    bruxismo | n. m.

    Mania ou ação inconsciente ou involuntária de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    bruxomania | n. f.

    Mania ou ação inconsciente ou involuntária de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    bricómano | adj. n. m.

    Que ou quem sofre de bricomania, hábito ou ação inconsciente de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    bricomaníaco | adj. n. m.

    Que ou quem sofre de bricomania, hábito ou ação inconsciente de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    bruxomaníaco | adj. n. m.

    Que ou quem sofre de bruxomania, hábito ou ação inconsciente de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    bruxómano | adj. n. m.

    Que ou quem sofre de bruxomania, hábito ou ação inconsciente de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    ringer | v. tr. | v. intr.

    Fazer ranger....


    ranger | v. intr.

    Produzir um ruído áspero....


    churrião | n. m.

    Carruagem grande e pesada....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar a locução "bem como" num período longo, a vírgula virá antes ou depois da locução? Ela dá a idéia de uma pausa sonora no período?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?