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propulsão

Que se desloca através de um meio próprio de propulsão....


Que se desloca através de um meio próprio de propulsão....


Que se desloca através de um meio próprio de propulsão....


propulsão | n. f.

Acto ou efeito de propulsar, de impelir para diante....


roquete | n. m.

Projéctil com um motor de propulsão....


rocket | n. m.

Projéctil com um motor de propulsão....


avião | n. m.

Avião de propulsão a jacto....


autogiro | n. m.

Aeronave que usa uma hélice convencional para propulsão e um rotor sem motor, para sustentação....


Acção que caracteriza a faculdade que têm certos maquinismos de assegurar a sua propulsão pelos próprios meios....


helicómetro | n. m.

Instrumento com que se avalia a força de propulsão das hélices, nos barcos de vapor....


veleiro | n. m. | adj.

Embarcação dotada de vela que permite navegar com propulsão a vento....


propelente | adj. 2 g. n. m.

Diz-se de ou combustível usado na propulsão de foguetes e afins....


Travagem de um veículo espacial por foguetão lançado no sentido contrário ao do movimento....


giroplano | n. m.

Aeronave que usa uma hélice convencional para propulsão e um rotor sem motor, para sustentação....


girocóptero | n. m.

Aeronave que usa uma hélice convencional para propulsão e um rotor sem motor, para sustentação....


míssil | n. m. | adj. 2 g.

Projéctil com motor de propulsão, não pilotado, que se pode deslocar acima da superfície terrestre....


jacto | n. m.

Avião de propulsão a jacto....


monorroda | adj. 2 g. 2 núm. | n. f.

Veículo de transporte individual, composto por uma só roda, estabilizada por um sistema giroscópico, dois pedais e, geralmente, motor de propulsão eléctrica e bateria recarregável....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber se é correcto dizer a gente em vez de nós.
A expressão a gente é uma locução pronominal equivalente, do ponto de vista semântico, ao pronome pessoal nós. Não é uma expressão incorrecta, apenas corresponde a um registo de língua mais informal. Por outro lado, apesar de ser equivalente a nós quanto ao sentido, implica uma diferença gramatical, pois a locução a gente corresponde gramaticalmente ao pronome pessoal ela, logo à terceira pessoa do singular (ex.: a gente trabalha muito; a gente ficou convencida) e não à primeira pessoa do plural, como o pronome nós (ex.: nós trabalhamos muito; nós ficámos convencidos).

Esta equivalência semântica, mas não gramatical, em relação ao pronome nós origina frequentemente produções dos falantes em que há erro de concordância (ex.: *a gente trabalhamos muito; *a gente ficámos convencidos; o asterisco indica agramaticalidade) e são claramente incorrectas.

A par da locução a gente, existem outras, também pertencentes a um registo de língua informal, como a malta ou o pessoal, cuja utilização é análoga, apesar de terem menor curso.




Gostaria de saber a diferença entre os verbos gostar e querer, se são transitivos e como são empregados.
Não obstante a classificação de verbo intransitivo por alguns autores, classificação que não dá conta do seu verdadeiro comportamento sintáctico, o verbo gostar é essencialmente transitivo indirecto, sendo os seus complementos introduzidos por intermédio da preposição de ou das suas contracções (ex.: As crianças gostam de brincar; Eles gostavam muito dos primos; Não gostou nada daquela sopa; etc.). Este uso preposicionado do verbo gostar nem sempre é respeitado, sobretudo com alguns complementos de natureza oracional, nomeadamente orações relativas, como em O casaco (de) que tu gostas está em saldo, ou orações completivas finitas, como em Gostávamos (de) que ficassem para jantar. Nestes casos, a omissão da preposição de tem vindo a generalizar-se.

O verbo querer é essencialmente transitivo directo, não sendo habitualmente os seus complementos preposicionados (ex.: Quero um vinho branco; Ele sempre quis ser cantor; Estas plantas querem água; Quero que eles sejam felizes; etc.). Este verbo é ainda usado como transitivo indirecto, no sentido de "estimar, amar" (ex.: Ele quer muito a seus filhos; Ele lhes quer muito), sobretudo no português do Brasil.

Pode consultar a regência destes (e de outros) verbos em dicionários específicos de verbos como o Dicionário Sintáctico de Verbos Portugueses (Coimbra: Almedina, 1994), o Dicionário de Verbos e Regimes, (São Paulo: Globo, 2001) ou a obra 12 000 verbes portugais et brésiliens - Formes et emplois, (“Collection Bescherelle”, Paris: Hatier, 1993). Alguns dicionários de língua como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002) também fornecem informação sobre o uso e a regência verbais. O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Lisboa: Academia das Ciências/Verbo, 2001), apesar de não ter classificação explícita sobre as regências verbais, fornece larga exemplificação sobre o emprego dos verbos e respectivas regências.


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