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piperácea

jaborandi | n. m.

Designação comum de várias plantas intertropicais rutáceas e piperáceas....


bétele | n. m.

Planta trepadeira (Piper betle) da família das piperáceas....


betel | n. m.

Planta trepadeira piperácea....


bétere | n. m.

Planta trepadeira piperácea....


bétis | n. f. 2 núm.

Planta da família das piperáceas (Piper eucalyptifolium), com propriedades medicinais....


bétel | n. m.

Planta trepadeira piperácea....


piperácea | n. f. | n. f. pl.

Espécime das piperáceas....


pimenteira | n. f.

Planta arbustiva (Piper nigrum) da família das piperáceas, cujo fruto é uma baga de sabor forte e picante, a pimenta....


peperómia | n. f.

Género de plantas herbáceas da família das piperáceas (Peperomia)....


Planta arbustiva (Piper nigrum) da família das piperáceas....


Planta arbustiva (Piper nigrum) da família das piperáceas....


Planta da família das piperáceas (Piper eucalyptifolium), com propriedades medicinais....


Planta arbustiva (Piper nigrum) da família das piperáceas, cujo fruto é uma baga de sabor forte e picante....


mático | n. m.

Árvore piperácea do Peru....


capeba | n. f. | n. m.

Arbusto piperáceo medicinal....


cubebeira | n. f.

Arbusto da família das piperáceas....


pimenta | n. f.

Planta arbustiva (Piper nigrum) da família das piperáceas, cujo fruto é uma baga de sabor forte e picante....



Dúvidas linguísticas



O verbo abrir já teve há alguns séculos dois particípios, aberto e abrido? Se já teve porque não tem mais? E desde quando não tem mais? Qual é a regra para que abrir não seja abundante e com dois particípios?
Regra geral, os verbos têm apenas uma forma para o particípio passado. Alguns verbos, porém, possuem duas ou mais formas de particípio passado equivalentes: uma regular, terminada em -ado (para a 1ª conjugação) ou -ido (para a 2ª e 3ª conjugações), e outra irregular, geralmente mais curta.

Como se refere na resposta secado, a forma regular é habitualmente usada com os auxiliares ter e haver para formar tempos compostos (ex.: a roupa já tinha secado; havia secado a loiça com um pano) e as formas do particípio irregular são usadas maioritariamente com os auxiliares ser e estar para formar a voz passiva (ex.: a loiça foi seca com um pano; a roupa estava seca pelo vento).

As gramáticas e os prontuários (ver, por exemplo, a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, das Edições João Sá da Costa, 1998, pp. 441-442) listam os principais verbos em que este fenómeno ocorre, como aceitar (aceitado, aceito, aceite), acender (acendido, aceso) ou emergir (emergido, emerso), entre outros.

Dessas listas (relativamente pequenas) não consta o verbo abrir, nem há registos de que tenha constado. No entanto, por analogia, têm surgido, com alguma frequência, sobretudo no português do Brasil, formas participiais irregulares como *cego (de cegar), *chego (de chegar), *pego (de pegar), *prego (de pregar) ou *trago (de trazer).

Por outro lado, há também aparecimento de formas regulares como *abrido (de abrir) ou *escrevido (de escrever), por regularização dos particípios irregulares aberto ou escrito.

Na norma da língua portuguesa as formas assinaladas com asterisco (*) são desaconselhadas e devem ser evitadas.




Agradeço o favor de me explicarem qual a origem do termo "reguila".
O termo reguila, usado como adjectivo (ex: nunca vi menina tão reguila) ou como substantivo (ex.: a turma dos reguilas portou-se muito bem na viagem de estudo), designa um indivíduo de temperamento irrequieto, traquinas ou difícil, aplicando-se especialmente a crianças. A origem do termo não é clara, podendo tratar-se de uma forma variante de reguinga, a qual, por sua vez, pode ser uma derivação regressiva de reguingar, termo também de origem obscura.

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