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monólogos

monólogo | n. m.

Peça teatral em que fala um só actor....


entreacto | n. m.

Intervalo entre dois actos (de uma representação)....


monologar | v. intr. | v. tr.

Recitar monólogos....


Começo do primeiro verso do monólogo de Hamlet, no drama de Shakespeare; caracteriza uma situação em que a própria existência dum indivíduo, de uma nação, está em jogo....


Expressão de Shakespeare no primeiro verso do monólogo de Hamlet; emprega-se para exprimir um caso duvidoso....


monologuista | adj. 2 g. n. 2 g.

Que ou quem escreve ou apresenta um discurso em forma de monólogo (ex.: prosa monologuista; o monologuista vai encenar o texto)....


monologista | adj. 2 g. n. 2 g.

Que ou quem escreve ou apresenta um discurso em forma de monólogo (ex.: narrativa monologista; é uma monologista cómica)....


monódia | n. f.

Ária plangente, geralmente executada por uma só voz....


monodia | n. f.

Ária plangente, geralmente executada por uma só voz....


intervalar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

Pôr de permeio (ex.: intervalou canções com monólogos dramáticos)....



Dúvidas linguísticas



O correto é escrever " Viemos " ou "Vimos" através desta...?
O verbo vir é muito usado na correspondência formal ou institucional para introduzir o assunto, em expressões como "venho por este meio requerer..." ou "venho através desta solicitar...", ou "vimos por este meio requerer..." ou "vimos através desta solicitar...", com um remetente colectivo (por exemplo, um grupo de cidadãos) ou com o uso do plural majestático ou de modéstia. Habitualmente, como se trata de correspondência no presente, é utilizado o presente do indicativo (ex.: vimos) e não o pretérito perfeito (ex.: viemos), a não ser que esteja a ser relatado um facto passado (ex.: no mês passado, viemos solicitar...).



Seríssimo ou seriíssimo?
Ambas as formas seríssimo e seriíssimo podem ser consideradas correctas como superlativo absoluto sintético do adjectivo sério.

O superlativo absoluto sintético simples, isto é, o grau do adjectivo que exprime, através de uma só palavra, o elevado grau de determinado atributo, forma-se pela junção do sufixo -íssimo ao adjectivo (ex.: altíssimo).

No caso de grande número de adjectivos terminados em -eio e em -io, a forma gerada apresenta geralmente dois ii, um pertencente ao adjectivo, o outro ao sufixo (ex.: cheiíssimo, feiíssimo, maciíssimo, vadiíssimo).

Há alguns adjectivos, porém, como sério, que podem gerar duas formas de superlativo absoluto sintético: seriíssimo ou seríssimo. No entanto, como é referido por Celso Cunha e Lindley Cintra na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo (Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, p. 260), parece haver uma maior aceitação das formas com apenas um i: “Em lugar das formas superlativas seriíssimo, necessariíssimo e outras semelhantes, a língua actual prefere seríssimo, necessaríssimo, com um só i”. O mesmo sucede com necessário, ordinário, precário ou sumário, por exemplo.


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