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    matadores

    suinicida | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa que mata porcos....


    assassino | adj. | n. m.

    Que provoca a morte premeditadamente (ex.: milícia assassina)....


    matador | adj. n. m. | n. m. | adj.

    Que ou aquele que mata; assassino....


    mata-dores | n. m. 2 núm.

    Planta herbácea (Tanacetum vulgare) da família das asteráceas, de folhas penatífidas e flores pequenas amarelas....


    espada | n. f. | n. m. | n. m. ou f. | n. f. pl.

    Arma branca cortante e perfurante, formada de uma lâmina comprida e estreita com punho e guardas....



    Dúvidas linguísticas


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?


    No corrector do Flip 7 defrontei-me com um erro assinalado em "karateca". Por outro lado "carateca" não é considerado como erro. Em português de Portugal, isto a fazer fé no dicionário de Português da Porto Editora, o praticante de "karaté" é um "karateca". Ao que parece, no Brasil, um praticante de "karaté" é um "carateca". Portanto acho que a palavra "karateca" deveria ser incluída no léxico de português de Portugal, e deveria ser eliminada a palavra "carateca" por pertencer ao léxico brasileiro. É óbvio que isto tem a ver com opções difíceis na grafia das palavras de origem estrangeira.