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flecha

ervado | adj.

Envenenado por ervas (ex.: flecha ervada)....


toxi- | elem. de comp.

Exprime a noção de tóxico ou toxicidade (ex.: toxidermia)....


empenagem | n. f.

Conjunto das superfícies dispostas à retaguarda de um dirigível, dum avião (como as penas de uma flecha), para conseguir a estabilidade em profundidade e em direcção....


uamiri | n. m.

Pequena flecha lançada por zarabatana....


áclide | n. f.

Espécie de dardo ou de flecha que se arremessava preso a uma correia ou corda....


bororé | n. m.

Veneno vegetal para ervar flechas....


cururu | n. m.

Fruto dessa planta que os índios empregam para envenenar as flechas....


upas | n. m. 2 núm.

Nome dado a diversos vegetais de que os indígenas de Java extraem sucos com que ervam as flechas....


flecha | n. f.

Haste com ponta farpada que se dispara por meio de arco ou besta....


apocalbase | n. f.

Resina de uma euforbiácea com que os africanos ervam as flechas....


frecheiro | n. m.

Atirador de frechas ou flechas....


sarapanel | n. m.

Arco cuja flecha de curvatura é menor que metade do vão....


sararaca | n. f.

Flecha com que os indígenas matam a tartaruga e alguns peixes....


balista | n. f.

Máquina de guerra com que se arremessavam pedras e flechas....


acontista | n. 2 g.

Atirador de dardos ou flechas....


frecha | n. f.

O mesmo que flecha....


seta | n. f.

Haste de madeira, armada de um ferro e que se atira por meio de arco ou besta....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber o significado da palavra loadeando.
A forma loadeando corresponde a uma tentativa de adaptação do inglês loading (gerúndio do verbo to load, que significa “carregar”) à flexão do gerúndio de um verbo regular do português (que seria hipoteticamente o verbo *loadear). O termo inglês loading é muito comum na gíria tecnológica, sobretudo em aplicações e produtos informáticos de língua inglesa, indicando que o programa está a ser carregado na memória antes de ser executado. A tradução de loading para carregando ou a carregar seria uma adaptação mais conforme ao português. Alguns dicionários de língua portuguesa contemporânea, como o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002), registam já esta nova acepção de carregar.



1. Como deve ser a concordância sujeito-predicado para nomes como os Camarões, as ilhas Maurícias, etc.? Deve o verbo estar no singular ou no plural?
2. No caso de países cujo nome começa com a palavra ilha ou ilhas, a primeira letra destas duas palavras deve grafar-se com maiúscula ou com minúscula? Ou seja, deve escrever-se Ilhas Maurícias ou ilhas Maurícias, por exemplo?
1. O verbo deve sempre concordar em número e pessoa com o sujeito, caso ele exista. Como, neste caso, o sujeito é plural (os Camarões), o verbo deverá estar igualmente no plural (ex.: Os Camarões são um Estado africano). No entanto, caso decidisse pelo uso de um precedente que designasse a organização política desse Estado, o verbo teria de concordar com essa designação e não com o nome do topónimo propriamente dito (ex.: A república dos Camarões situa-se no continente africano).

2. O Acordo Ortográfico de 1990 não se pronuncia explicitamente sobre esta questão, o mesmo acontecendo com o Acordo Ortográfico de 1945 e o Formulário Ortográfico de 1943, os textos legais anteriormente em vigor, respectivamente, para a norma europeia e para a norma brasileira do português.

Sobre esta questão, Rebelo Gonçalves pronuncia-se no seu Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra: Atlântida, 1947, pp. 337-339), dizendo que se emprega minúscula inicial “Nos substantivos que significam  acidentes geográficos, tais como arquipélago, baía, cabo, ilha, lago, mar, monte, península, rio, serra, vale e tantos outros, quando seguidos de designações que os especificam toponimicamente". O autor lista como exemplos arquipélago dos Açores, baía de Guanabara, ilha da Madeira, ilhas Berlengas, ilha Terceira, mar Mediterrâneo ou monte Branco, entre outros.  Nesta regra inserir-se-ia o topónimo ilhas Maurícias, uma vez que a palavra ilhas, neste caso, apenas indica as características geográficas das Maurícias (designação comum da República da Maurícia, em português de Portugal, ou República de Maurício, em português do Brasil). Rebelo Gonçalves especifica algumas excepções a esta regra, quando, por exemplo, se utilizam topónimos em nomes de vias públicas (Rua da Ilha do Faial e não Rua da ilha do Faial) ou em títulos de obras (Tragicomédia Pastoril da Serra da Estrela e não Tragicomédia Pastoril da serra da Estrela). Estabelece ainda outra excepção quando se trata de combinações vocabulares que formam  locuções ou compostos toponímicos, i. e., locuções de onde não se pode omitir o substantivo que designa o acidente geográfico (ex.: Península Ibérica, Costa do Ouro, Monte Redondo, Serra de El-Rei).

Como foi referido acima, o Acordo Ortográfico de 1990 não se debruça explicitamente sobre esta questão, mas, implicitamente, parece não contrariar as indicações de Rebelo Gonçalves, uma vez que, a propósito de outros assuntos, o texto apresenta exemplos como “ilha de Santiago” (Base XVIII) ou o composto toponímico “Baía de Todos-os-Santos” (Base XV).


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