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peneirada

A forma peneiradapode ser [feminino singular de peneiradopeneirado], [feminino singular particípio passado de peneirarpeneirar] ou [nome feminino].

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peneiradapeneirada
( pe·nei·ra·da

pe·nei·ra·da

)


nome feminino

1. O que se peneira de cada vez.

2. Peneiração.

etimologiaOrigem etimológica:peneira + -ada.
peneirarpeneirar
( pe·nei·rar

pe·nei·rar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Passar pela peneira (ex.: peneire a farinha para uma taça).


verbo intransitivo

2. [Portugal: Madeira, Brasil] [Brasil, Portugal: Madeira] Chuviscar (ex.: peneirava uma chuvinha constante).


verbo pronominal

3. [Figurado] [Figurado] Saracotear-se andando.

etimologiaOrigem etimológica:peneira + -ar.
peneiradopeneirado
( pe·nei·ra·do

pe·nei·ra·do

)


adjectivoadjetivo

1. Que se peneirou.

2. Que se saracoteia.

3. Que sofreu a peneiração.

etimologiaOrigem etimológica:particípio de peneirar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "peneirada" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Por que motivo algumas palavras fazem o diminutivo com S e outras com Z?
Entre os sufixos mais produtivos para a formação de diminutivos encontram-se -inho e -zinho. Desta forma, poderá, por exemplo, formar as palavras livrinho (livro + -inho) e livrozinho (livro + -zinho). Só poderá haver um -s- num diminutivo se a palavra primitiva já o contiver, pois não há, em português, um sufixo -sinho. Por exemplo, nas palavras adeusinho ou vasinho há um -s- porque as palavras são formadas de adeus ou vaso + -inho.



As palavras Aveiro e petrologia lêem-se uma com o a aberto e a outra com o e aberto. Reparo no entanto a falta de acentuação. Será que isto se deverá à etimologia das palavras?
A acentuação gráfica das palavras em português não serve para indicar a qualidade das vogais, mas sim para marcar a sílaba tónica. Assim, Aveiro e petrologia não têm acento gráfico porque se trata de palavras graves (acentuadas nas sílabas -vei- e -gi-, respectivamente), que, de um modo geral, não são acentuadas graficamente no sistema ortográfico português.

O facto de a primeira poder ser lida com um a aberto e a segunda com um e aberto (embora a pronúncia de petrologia com e central fechado, como o e de se, seja muito mais comum no português europeu) não implica a necessidade de uso de diacrítico. Veja-se, a título de exemplo, o caso dos homógrafos forma (ó) e forma (ô), a que correspondem sentidos e produções fonéticas diferentes, mas cuja distinção é feita através do contexto em que ocorrem e não através do uso de acentuação gráfica (o Acordo Ortográfico de 1990 indica que o uso do acento circunflexo é facultativo no caso destes homógrafos).

Segundo o Acordo Ortográfico de 1945, há casos excepcionais de uso dos acentos gráficos, sempre em sílabas tónicas, para distinção entre palavras homónimas com categorias morfossintácticas diferentes (ex.: pelo [preposição] / pêlo [nome] ; para [preposição] / pára [forma do verbo parar]). O Acordo de 1990 prevê que o acento distintivo nos exemplos acima mencionados seja eliminado, mas mantém-no no caso de por [preposição] / pôr [verbo].