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marimbo

A forma marimbopode ser [primeira pessoa singular do presente do indicativo de marimbarmarimbar] ou [nome masculino].

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marimbomarimbo
( ma·rim·bo

ma·rim·bo

)


nome masculino

[Jogos] [Jogos] Jogo de cartas em que a dama de espadas é o maior trunfo.

etimologiaOrigem etimológica:origem duvidosa.
marimbar1marimbar1
( ma·rim·bar

ma·rim·bar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

1. [Jogos] [Jogos] Ganhar o jogo do marimbo.

2. [Informal] [Informal] Burlar, enganar.

3. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Andar vagando, errar sem destino. = VAGABUNDEAR, VAGUEAR


verbo pronominal

4. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Não ligar importância, não fazer caso (ex.: marimbou-se para os exames). = BORRIFAR-SE

etimologiaOrigem etimológica:marimbo + -ar.
marimbar2marimbar2
( ma·rim·bar

ma·rim·bar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

[Música] [Música] Tocar marimba.

etimologiaOrigem etimológica:marimba + -ar.


Dúvidas linguísticas



Tenho verificado a existência, ao longo do país , de repetição de topónimos; por exemplo: Trofa, Gondar, Bustelo. Qual é a etimologia dessas palavras?
Segundo o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa (3.ª ed., Lisboa: Livros Horizonte, 3 vol., 2003), de José Pedro Machado, o topónimo Bustelo, muito frequente em Portugal e na Galiza, talvez seja diminutivo de busto ‘campo de pastagem’. Quanto a Gondar, o autor aventa a hipótese de provir de uma hipotética forma gótica (ou goda) Gunthi-harjis ‘exército para combate’. Por fim, o topónimo Trofa é de origem obscura.



Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.
Na questão que nos coloca, o verbo dever comporta-se como um verbo modal, pois serve para exprimir necessidade ou obrigação, e como verbo semiauxiliar, pois corresponde apenas a alguns dos critérios de auxiliaridade geralmente atribuídos a verbos auxiliares puros como o ser ou o estar (sobre estes critérios, poderá consultar a Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira Mateus, Ana Maria Brito, Inês Duarte e Isabel Hub Faria, pp. 303-305). Neste contexto, o verbo dever pode ser utilizado com ou sem preposição antes do verbo principal (ex.: ele deve ser rico = ele deve de ser rico). Há ainda autores (como Francisco Fernandes, no Dicionário de Verbos e Regimes, p. 240, ou Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa, p. 232) que consideram existir uma ligeira diferença semântica entre as construções com e sem a preposição, exprimindo as primeiras uma maior precisão (ex.: deve haver muita gente na praia) e as segundas apenas uma probabilidade (ex.: deve de haver muita gente na praia). O uso actual não leva em conta esta distinção, dando preferência à estrutura que prescinde da preposição (dever + infinitivo).