Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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maridada

maridadamaridada | n. f.
fem. sing. part. pass. de maridarmaridar
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ma·ri·da·da ma·ri·da·da


nome feminino

[Antigo]   [Antigo]  Mulher recém-casada, noiva.


ma·ri·dar ma·ri·dar

- ConjugarConjugar

(marido + -ar)
verbo transitivo e pronominal

1. Unir ou unir-se pelo casamento, atribuindo ou recebendo marido. = AMARIDAR, CASAR

2. [Figurado]   [Figurado]  Enlaçar, enlear, enrolar.

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Parecidas

Anagramas

Dúvidas linguísticas


No seguinte exemplo, o pronome do complemento directo deve vir antes ou depois do verbo?
- Já fizeste o trabalho?
- Sim, acabei de o fazer. / Sim, acabei de fazê-lo.
- Não, ainda tenho de o fazer. / Não, ainda tenho de fazê-lo.
Nas frases indicadas, as locuções verbais acabar de fazer e ter de fazer correspondem a construções em que os verbos acabar e fazer, seguidos da preposição de, são verbos auxiliares. Em geral, em locuções verbais com verbos auxiliares ou semiauxiliares (excepto com os que formam tempos verbais compostos: ex.: tem lido, foi lido), o clítico é colocado depois do verbo principal (ex.: O livro é interessante e posso lê-lo em dois dias; Ele veio visitar-me esta semana), podendo haver, menos consensualmente, colocação do clítico depois do verbo auxiliar ou semiauxiliar (ex.: O livro é interessante e posso-o ler em dois dias; Ele veio-me visitar esta semana). No entanto, quando a construção do verbo auxiliar ou semiauxiliar inclui uma preposição, especialmente de ou por, o pronome clítico pode ocorrer antes ou depois do verbo auxiliar (ex. Sim, acabei de o fazer. / Sim, acabei de fazê-lo), mas não depois do verbo auxiliar (ex. *Sim, acabei-o de fazer; o asterisco indica agramaticalidade).
Esta reflexão aplica-se também à outra frase apresentada (Não, ainda tenho de o fazer. / Não, ainda tenho de fazê-lo), mas nesse caso será ainda possível a opção Não, ainda o tenho de fazer, pois o advérbio ainda tem a propriedade de atracção do clítico (ver os casos referidos nas alíneas a) a j) da resposta posição dos clíticos).




Na frase "Houve movimentos financeiros entre todos os operadores, nacionais e estrangeiros", qual é o propósito da vírgula ali colocada? Poder-se-á concluir que a frase significa que houve movimentos financeiros entre todos os operadores nacionais, entre todos os operadores estrangeiros e entre todos os operadores nacionais e estrangeiros?
A questão colocada diz respeito, por um lado, ao uso da pontuação, nomeadamente da vírgula, e, por outro, à diferença entre os grupos adjectivais apositivos e os grupos adjectivais restritivos. Relativamente ao uso da vírgula em geral, poderá consultar a resposta vírgula antes da conjunção e.

No caso da frase em análise, a vírgula é usada para separar o aposto "nacionais e estrangeiros", constituído por dois adjectivos coordenados, do nome que está a qualificar. Este aposto não constitui uma restrição ao nome operadores, mas fornece informação adicional sobre o mesmo (trata-se de "todos os operadores", que poderão ser "nacionais ou estrangeiros"). Se porventura se tratasse de um adjectivo restritivo, isto é, que limita o significado do antecedente, não poderia ser separado do seu antecedente por vírgula (ex.: houve movimentos financeiros entre todos os operadores nacionais e não *houve movimentos financeiros entre todos os operadores, nacionais).

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Palavra do dia

ser·ru·be·co |é|ser·ru·be·co |é|


(origem duvidosa)
nome masculino

Pano grosseiro de lã, amarelado ou acastanhado, semelhante ao burel. = SERRABECA, SERROBECO, SERRUBECA, SURROBECO, SURROBEQUE

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/maridada [consultado em 25-03-2023]