Significado de manualíssimo

    A forma manualíssimoé [derivação masculino singular de manualmanual].

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    manual1manual1
    ( ma·nu·al

    ma·nu·al

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Relativo a mão.

    2. Feito com a mão.

    3. Que se pode mover à mão.

    4. Que se pode facilmente trazer na mão.

    5. Em que se trabalha com as mãos.

    6. Que diz respeito a trabalho de mãos.

    7. Que se transporta facilmente. = PORTÁTIL

    nome masculino

    8. [Música] [Música] Teclado de órgão ou de cravo.

    etimologiaOrigem:latim manualis, -e.
    vistoPlural: manuais.
    iconPlural: manuais.

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    manual2manual2
    ( ma·nu·al

    ma·nu·al

    )

    nome masculino

    1. Livro pequeno.

    2. Livro que sumariza as noções básicas de uma matéria, de um assunto ou de um curso. = COMPÊNDIO

    3. Guia prático que explica o funcionamento de algo (ex.: manual da máquina de lavar roupa; manual do utilizador).

    etimologiaOrigem:latim manuale, -is, estojo de livro, livro pequeno.
    vistoPlural: manuais.
    iconPlural: manuais.

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    Esta palavra no dicionário

    atricado | adj.

    Ocupado com afã e alegremente num trabalho manual....


    batedeira | n. f.

    Recipiente em que se bate a nata para fazer manteiga....


    compêndio | n. m.

    Compilação em que se encontra resumido o mais indispensável de um estudo....


    didática | n. f.

    Arte de ensinar com método os princípios de uma ciência ou as regras e preceitos de uma arte....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "manualíssimo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      1. Mal-formação ou malformação genética? Plural: malformações? 2. Como é mais correto: má perfusão ou mal-perfusão? Ex.: "hipofluorescência por má perfusão sub-retiniana compatível com degeneração miópica" // "hipofluorescência por mal-perfusão sub-retiniana compatível com atrofia central areolar".


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?