Significado de macheia-se-to

    A forma macheia-se-topode ser [segunda pessoa singular do imperativo de machearmachear] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de machearmachear].

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    machearmachear
    ( ma·che·ar

    ma·che·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. [Costura] [Costura] Dobrar em machos (falando-se de artefactos de costura ou trabalhos análogos).

    2. [Carpintaria] [Carpintaria] Encaixar (uma peça de madeira numa chanfradura).

    3. Ter coito com (falando-se de animais). = COBRIR, CRUZAR

    etimologiaOrigem:macho + -ear.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: machiar.

    Esta palavra no dicionário

    macheado | adj. | n. m.

    Que tem pregas em forma de machos....


    cachear | v. intr. | v. tr.

    Cobrir-se de cachos (a vinha)....


    machear | v. tr.

    Dobrar em machos (falando-se de artefactos de costura ou trabalhos análogos)....


    machiar | v. intr.

    Tornar-se chocho, peco ou seco (ex.: a planta machiou)....


    machio | n. f.

    Ato de machear ou ter coito (falando-se de animais)....

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?