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lítico

A forma líticopode ser[adjectivoadjetivo] ou [elemento de composição].

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lítico1lítico1
( lí·ti·co

lí·ti·co

)


adjectivoadjetivo

1. Relativo a pedra.

2. [Química] [Química] Designativo antigo do ácido hoje chamado úrico.

etimologiaOrigem etimológica:grego lithikós, -ê, -ón, de pedra, relativo a pedra.
lítico2lítico2
( lí·ti·co

lí·ti·co

)


adjectivoadjetivo

[Brasil] [Brasil] Sem mistura. = LEGÍTIMO, PURO

etimologiaOrigem etimológica:origem obscura.
lítico3lítico3
( lí·ti·co

lí·ti·co

)


adjectivoadjetivo

[Química] [Química] Relativo a lítio.

etimologiaOrigem etimológica:lítio + -ico.
lítico4lítico4
( lí·ti·co

lí·ti·co

)


adjectivoadjetivo

[Biologia] [Biologia] Relativo a ou que produz lise.

etimologiaOrigem etimológica:grego lutikós, -ê, -ón, próprio para soltar ou desprender.
-lítico-lítico


elemento de composição

Exprime a noção de dissolução ou separação (ex.: pirolítico).

etimologiaOrigem etimológica:grego lutikós, -ê, -ón, próprio para soltar ou desprender.

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Esta palavra no dicionário



Dúvidas linguísticas



Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.
A dissimilação, fenómeno fonético que torna diferentes dois ou mais segmentos fonéticos iguais ou semelhantes, é muito frequente em português europeu.

O caso da pronúncia do primeiro i não como o habitual [i] mas como [i] (idêntico à pronúncia de se ou de) na palavra ridículo é apenas um exemplo de dissimilação entre dois sons [i].

O mesmo fenómeno pode acontecer nos casos de civil, esquisito, feminino, Filipe, imbecilidade, medicina, militar, milímetro, ministro, príncipe, sacrifício, santificado, Virgílio, visita, vizinho (o segmento destacado é o que pode sofrer dissimilação), onde se pode verificar que a modificação nunca ocorre na vogal da sílaba tónica ou com acento secundário, mas nas vogais de sílabas átonas que sofrem enfraquecimento.

A este respeito, convém referir que alguns dicionários de língua portuguesa, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa (Verbo, 2001) ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto Editora, 2004), apresentam transcrição fonética das palavras. Podemos verificar que nestas obras de referência, a transcrição não é uniforme. No dicionário da Academia das Ciências, estas palavras são transcritas de forma quase sistemática sem dissimilação, mas a palavra príncipe é transcrita como prínc[i]pe. No dicionário da Porto editora, algumas destas palavras são transcritas com e sem dissimilação, por esta ordem, como em feminino, medicina, militar, ministro ou vizinho, mas a palavra esquisito é transcrita com a forma sem dissimilação em primeiro lugar, enquanto as palavras civil, príncipe, sacrifício e visita são transcritas apenas sem dissimilação.

Em conclusão, nestes contextos, é possível encontrar no português europeu as duas pronúncias, com e sem dissimilação, sendo que em alguns casos parece mais rara e noutros não. A pronúncia destas e de outras palavras não obedece a critérios de correcção, pois não se trata de uma pronúncia correcta ou incorrecta, mas de variações de pronúncia relacionadas com o dialecto ou o sociolecto do falante. Assim, nos exemplos acima apresentados é igualmente correcta a pronúncia dos segmentos assinalados como [i] ou [i].




A minha dúvida é como se escreve correctamente esquece e comece, o c é com cedilha ou sem cedilha?
Como pode verificar no capítulo Sinais ortográficos da Gramática do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a cedilha apenas se coloca sob o c antes das vogais a, o ou u e nunca antes de e ou i. De acordo com esta regra, as formas correctas são esquece e comece.