Significado de lêramos-ta

    A forma lêramos-taé [primeira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de lerler].

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    lerler
    |ê| |ê|
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Interpretar o que está escrito; proceder à leitura de (ex.: ler um livro; leu uma história ao filho; aprender a ler).

    verbo transitivo

    2. Decifrar através do reconhecimento de um determinado código (ex.: ler uma partitura de música; ler um gráfico estatístico).

    3. Fazer a interpretação de (ex.: ler a obra de um filósofo). = INTERPRETAR

    4. Dar certo sentido a (ex.: foi fácil ler no rosto dela o medo que sentiu; ler o pensamento de alguém). = INTERPRETAR, PERCEBER

    5. Predizer, adivinhar (ex.: ler o futuro).

    6. Reconhecer os dados gravados em (ex.: ler um CD).

    verbo intransitivo

    7. Dedicar-se à leitura (ex.: passa o tempo livre a ler).

    etimologiaOrigem:latim lego, -ere, reunir, juntar, colher, apanhar, ler.

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    ícone do dicionárioVer também resposta à dúvida: "provêem" segundo o Acordo Ortográfico de 1990.

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    aloeste | adv.

    Para leste; a leste....


    lestes | adj. 2 g. 2 núm.

    Lesto....


    liásico | adj. | n. m.

    Em que há lias, calcário argiloso....


    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    Como está em Platão; como se lê em Platão....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "lêramos-ta" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber qual ou quais destas frases é que estão correctas a nível da colocação das vírgulas: A - O João prometeu que saía connosco e quando chegou o dia cumpriu o prometido. B - O João prometeu que saía connosco e , quando chegou o dia combinado cumpriu a promessa. C - O João prometeu que saía connosco e, quando chegou o dia combinado, cumpriu a promessa.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?