Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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2ª pess. pl. pres. ind. de julgarjulgar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

jul·gar jul·gar - ConjugarConjugar
verbo transitivo

1. Proceder ao exame da causa de.

2. Decidir (como juiz, árbitro, etc.).

3. Sentenciar.

4. Formar juízo acerca de.

5. Imaginar.

6. Crer, supor.

7. Ter na conta de.

verbo intransitivo

8. Pronunciar sentença.

9. Formar conceito.

verbo pronominal

10. Ser juiz de si mesmo; avaliar-se; crer-se.

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Dúvidas linguísticas


Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?
Todas as construções que refere estão correctas, apesar de apresentarem estruturas bastante diferentes.

Na primeira (segue em anexo), estamos perante a utilização do verbo seguir com um complemento adverbial (em anexo) que indica modo (ex.: o ficheiro segue em anexo [= anexamente]).

Na segunda frase (segue o anexo), o sintagma nominal o anexo tem função de sujeito da frase, pelo que tem de haver concordância em número e pessoa com o verbo (ex.: segue o anexo; seguem os anexos).

Na terceira frase (segue anexo), anexo é um adjectivo que funciona como predicativo do sujeito, pelo que deverá concordar em género e em número com o mesmo (ex: segue anexo o documento; segue anexa a documentação).




A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).

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Palavra do dia

fu·lus·tre·co |é| fu·lus·tre·co |é|
(talvez de fulano)
nome masculino

1. [Brasil, Informal, Depreciativo]   [Brasil, Informal, Depreciativo]  Qualquer pessoa cujo nome se desconhece ou se quer omitir. = FULANO, INDIVÍDUO, SUJEITO, TIPO

2. [Brasil, Informal, Depreciativo]   [Brasil, Informal, Depreciativo]  Indivíduo que se considera insignificante ou sem poder económico. = HOMÚNCULO, JOÃO-NINGUÉM, ZÉ-NINGUÉM

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/julgais [consultado em 29-10-2020]