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julgamento

A forma julgamentopode ser [derivação masculino singular de julgarjulgar] ou [nome masculino].

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julgamentojulgamento
( jul·ga·men·to

jul·ga·men·to

)


nome masculino

1. Acto de julgar.

2. Sentença.

3. Audiência.

4. Apreciação, exame.

etimologiaOrigem etimológica:julgar + -mento.
julgarjulgar
( jul·gar

jul·gar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Proceder ao exame da causa de.

2. Decidir (como juiz, árbitro, etc.).

3. Sentenciar.

4. Formar juízo acerca de.

5. Imaginar.

6. Crer, supor.

7. Ter na conta de.


verbo intransitivo

8. Pronunciar sentença.

9. Formar conceito.


verbo pronominal

10. Ser juiz de si mesmo; avaliar-se; crer-se.

etimologiaOrigem etimológica:latim judico, -are.

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Dúvidas linguísticas



Ministrar pode usar-se como leccionar no seguinte contexto: curso de formação profissional ministrado para a entidade X? Se não, qual a palavra mais adequada para a frase indicada?
O verbo ministrar pode ser sinónimo de leccionar e, tal como este, quando selecciona um complemento indirecto constrói-se usualmente com a preposição a, pelo que no contexto indicado deveria figurar Curso de formação profissional ministrado à (= crase da preposição a + artigo definido a) entidade X.



As palavras Aveiro e petrologia lêem-se uma com o a aberto e a outra com o e aberto. Reparo no entanto a falta de acentuação. Será que isto se deverá à etimologia das palavras?
A acentuação gráfica das palavras em português não serve para indicar a qualidade das vogais, mas sim para marcar a sílaba tónica. Assim, Aveiro e petrologia não têm acento gráfico porque se trata de palavras graves (acentuadas nas sílabas -vei- e -gi-, respectivamente), que, de um modo geral, não são acentuadas graficamente no sistema ortográfico português.

O facto de a primeira poder ser lida com um a aberto e a segunda com um e aberto (embora a pronúncia de petrologia com e central fechado, como o e de se, seja muito mais comum no português europeu) não implica a necessidade de uso de diacrítico. Veja-se, a título de exemplo, o caso dos homógrafos forma (ó) e forma (ô), a que correspondem sentidos e produções fonéticas diferentes, mas cuja distinção é feita através do contexto em que ocorrem e não através do uso de acentuação gráfica (o Acordo Ortográfico de 1990 indica que o uso do acento circunflexo é facultativo no caso destes homógrafos).

Segundo o Acordo Ortográfico de 1945, há casos excepcionais de uso dos acentos gráficos, sempre em sílabas tónicas, para distinção entre palavras homónimas com categorias morfossintácticas diferentes (ex.: pelo [preposição] / pêlo [nome] ; para [preposição] / pára [forma do verbo parar]). O Acordo de 1990 prevê que o acento distintivo nos exemplos acima mencionados seja eliminado, mas mantém-no no caso de por [preposição] / pôr [verbo].