Significado de insurjam-te

    A forma insurjam-tepode ser [terceira pessoa plural do imperativo de insurgirinsurgir] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de insurgirinsurgir].

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    insurgirinsurgir
    ( in·sur·gir

    in·sur·gir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Sublevar em insurreição. = REVOLTAR

    verbo pronominal

    2. Revoltar-se.

    3. [Figurado] [Figurado] Reagir contra.

    etimologiaOrigem:latim insurgo, -ere, levantar-se, erguer-se, atacar, ameaçar, insurgir-se.

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    Esta palavra no dicionário

    insurrecional | adj. 2 g.

    De insurreição ou a ela relativo....


    Levantamento contra a ordem ou o poder estabelecidos (ex.: insurreição armada; insurreição militar; insurreição separatista)....


    dadá | n. m. | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Denominação adotada em 1916 por um grupo de artistas e escritores que se insurgiram como movimento contra o absurdo da sua época e resolveram contestar todos os modos de expressão tradicionais....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "insurjam-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
      (1) Trar-se-ão a Portugal.
      ou
      (2) Trazer-se-ão a Portugal.
      Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.