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inactivo

A forma inactivopode ser [primeira pessoa singular do presente do indicativo de inactivarinativarinativar] ou [adjectivoadjetivo].

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inactivoinativoinativo
|àt| |àt| |àt|
( i·nac·ti·vo i·na·ti·vo

i·na·ti·vo

)


adjectivoadjetivo

1. Não em actividade.

2. Parado.

3. Inerte.


classes inactivas

Classes formadas por indivíduos aposentados ou reformados que recebem pensão do Estado.

sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: inativo.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: inactivo.
grafiaGrafia no Brasil:inativo.
grafiaGrafia em Portugal:inactivo.
inactivarinativarinativar
( i·nac·ti·var i·na·ti·var

i·na·ti·var

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e pronominal

Fazer ficar ou ficar inactivo. = DESACTIVARACTIVAR

etimologiaOrigem etimológica:in- + activar.
sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: inativar.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: inactivar.
grafiaGrafia no Brasil:inativar.
grafiaGrafia em Portugal:inactivar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "inactivo" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.
A dissimilação, fenómeno fonético que torna diferentes dois ou mais segmentos fonéticos iguais ou semelhantes, é muito frequente em português europeu.

O caso da pronúncia do primeiro i não como o habitual [i] mas como [i] (idêntico à pronúncia de se ou de) na palavra ridículo é apenas um exemplo de dissimilação entre dois sons [i].

O mesmo fenómeno pode acontecer nos casos de civil, esquisito, feminino, Filipe, imbecilidade, medicina, militar, milímetro, ministro, príncipe, sacrifício, santificado, Virgílio, visita, vizinho (o segmento destacado é o que pode sofrer dissimilação), onde se pode verificar que a modificação nunca ocorre na vogal da sílaba tónica ou com acento secundário, mas nas vogais de sílabas átonas que sofrem enfraquecimento.

A este respeito, convém referir que alguns dicionários de língua portuguesa, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa (Verbo, 2001) ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto Editora, 2004), apresentam transcrição fonética das palavras. Podemos verificar que nestas obras de referência, a transcrição não é uniforme. No dicionário da Academia das Ciências, estas palavras são transcritas de forma quase sistemática sem dissimilação, mas a palavra príncipe é transcrita como prínc[i]pe. No dicionário da Porto editora, algumas destas palavras são transcritas com e sem dissimilação, por esta ordem, como em feminino, medicina, militar, ministro ou vizinho, mas a palavra esquisito é transcrita com a forma sem dissimilação em primeiro lugar, enquanto as palavras civil, príncipe, sacrifício e visita são transcritas apenas sem dissimilação.

Em conclusão, nestes contextos, é possível encontrar no português europeu as duas pronúncias, com e sem dissimilação, sendo que em alguns casos parece mais rara e noutros não. A pronúncia destas e de outras palavras não obedece a critérios de correcção, pois não se trata de uma pronúncia correcta ou incorrecta, mas de variações de pronúncia relacionadas com o dialecto ou o sociolecto do falante. Assim, nos exemplos acima apresentados é igualmente correcta a pronúncia dos segmentos assinalados como [i] ou [i].




A palavra "inuendo" não existe em português? No sentido de ser algo com uma conotação específica (por exemplo, inuendo sexual). Eu sei que existe em inglês e tinha a ideia que em português também existia mas não está no Dicionário Priberam.
A palavra inuendo é um anglicismo (junto com a variante mais usada em inglês, innuendo) e corresponde em português às palavras insinuação ou indirecta. Curiosamente, como vem do latim (a forma innuendum é o gerundivo do verbo innuo, innuere, que significa “acenar com a cabeça”), podia ter tido uma passagem directa para o português, como o que sucedeu noutros casos (ex.: diminuendo, instruendo, metuendo), mas tal não aconteceu. Pesquisas lexicográficas confirmam que a forma inuendo não tem registo em nenhum dicionário ou vocabulário de língua portuguesa, o que não impede algumas pessoas de a usarem, claro, mas como estrangeirismo.